terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Redes sociais: chave para o sucesso dos negócios B2B em 2011

Segundo o site Social Media B2B, empresas capazes de pôr em prática autênticos programas de mídia social terão posição de liderança.

Por COMPUTERWORLD/PT

A maioria das previsões do Social Media B2B para 2011 está relacionada com o passo seguinte das redes sociais nas empresas. Segundo os especialistas, aquelas que consigam incorporar todas essas ideias terão mais sucesso nos próximos anos.

1 – Mobilidade

Com 4.600 milhões de celulares em todo o mundo, esta previsão não é muito difícil de fazer, de acordo com o site. Com o crescimento dos smartphones, a experiência móvel será cada vez mais importante e, na medida em que as pessoas continuem a usar as redes sociais a partir deles, as empresas vão necessitar de versões móveis dos seus sites Web para fácil acesso e gestão. Assim, as páginas web das empresas devem adaptar-se aos múltiplos dispositivos e oferecer conteúdos móveis relevantes.

2 – A importância das API abertas

Informação será cada vez mais portátil e a importância das API abertas será cada vez maior para as empresas B2B. Da mesma forma que o êxito inicial de Twitter se baseou em abrir o seu fluxo de dados aos programadores para seu próprio uso, as aplicações internas oferecerão a capacidade de extrair informação conjunta para uma imagem mais clara da organização.

3 – Recolher, analisar e visualizar os dados

Uma vez que as API estejam disponíveis, as empresas vão começar a ter um maior trabalho na recolha e análise dos dados das suas plataformas sociais. A partir desse momento, já não servirá de nada apresentar uma grande quantidade de folhas de dados ou grandes apresentações.

A partir de agora, a busca dos dados pode ser apresentada em diferentes formas visuais, incluindo muito mais do que tabelas ou gráficos – pode ser em nuvens de palavras, visualizações e infográficos. Estas informações mais complexas são mais fáceis de gerir, de entender e de serem absorvidas por todos os níveis da empresa.

4 – Partilhar histórias convincentes

Na medida em que mais empresas adotem a mídia social como meio de estar conectada aos seus clientes, começarão a desenvolver histórias convincentes para partilhar a sua mensagem. Isto marcará uma mudança na comunicação profissional em relação à distribuição tradicional das mensagens de marketing ou comunicados de imprensa. Cada mensagem partilhada numa plataforma de rede social é uma outra peça dessa grande história.

5 – Crescimento contínuo das ferramentas de busca sociais

A importância das ferramentas de busca, principalmente Google e Bing, crescerá para os responsáveis na tomada de decisões nas empresas B2B e, ainda que seja difícil imaginar a expansão neste domínio, em 2011, os buscadores e as redes sociais estarão lado-a-lado.

6 – Ampliar os fóruns das redes sociais

Apesar das três plataformas principais (Twitter, Facebook e LinkedIn), continuem a reinar na maioria das empresas B2B, os sites de nicho e os fóruns serão mais importantes este ano. As empresas estão aprendendo a se comunicar com os utilizadores de forma mais autêntica e transparente, o que acabará por dar frutos.

7 – O ano da transformação

Se 2010 foi o ano em que se gerou um interesse pela área de “social mídia”, cujas soluções foram adotadas por múltiplas empresas B2B, 2011 será o ano em que as empresas redefinirão a aproximação que têm aos meios sociais, utilizando-os para dirigir as suas compras e vendas e como método para medir o seu êxito no mercado. Não em vão, os sistemas de gestão de clientes (CRM) sociais terão um importante papel nesse movimento.

8 – O serviço ao cliente é mais social do que marketing

Os responsáveis das áreas de atendimento ao cliente são agora mais importantes do que nunca nesta nova era das redes sociais, e eles sabem disso. Cada resposta que dão a um cliente pode ser rapidamente difundida nestes meios. As empresas devem estar preparadas para responder a possíveis queixas de clientes através das redes sociais. Neste sentido, o CRM social também tem um importante papel.

9 – Acordos diários e mudanças nos modelos de preços

Enquanto que em 2010 vimos que começaram a haver acordos diários e benefícios derivados das vendas em grupo no âmbito do B2B, em 2011 haverá mudanças muito mais profundas a esse respeito. Estas tendências, fruto desta nova era de transparência, transformarão os modelos de definição de preços no mercado, fazendo que estes sejam mais abertos.

10 – As redes sociais serão mais aceitas nas grandes empresas

As grandes empresas representam a maior dicotomia neste campo. Muitas empresas tecnológicas estão definindo o caminho com iniciativas de redes sociais incorporadas em muitos aspectos do negócio. Mas, ao mesmo tempo, outras empresas de tamanho similar continuam a bloquear o acesso dos seus funcionários por questões de produtividade e segurança. Segundo o Social Media B2B, o êxito continuado de outras empresas ajudará muitas oureas abram o acesso e comecem a explorar as opções das redes sociais.

11 – Abandono prematuro da "mídia social”

Finalmente, como nem tudo pode ser positivo, também haverá empresas de B2B que abandonarão de forma prematura os seus esforços no campo das redes sociais porque não se dão conta de todo o valor que têm para elas. O sucesso pode requerer tempo mas, se não se conta com os recursos adequados para trabalhar nos novos meios sociais e se vê estes como mais um canal de marketing, não há tempo que seja suficiente.

Fonte: http://computerworld.uol.com.br/negocios/2010/12/28/redes-sociais-chave-para-o-sucesso-dos-negocios-b2b-em-2011/

Professor da FGV explica a geração Y

por João Baptista Brandão, da Fundação Getúlio Vargas

João Baptista Brandão, da Fundação Getúlio Vargas, escreve artigo exclusivo para InformationWeek Brasil e IT Web


Quem é o "cara" que está chegando ao mercado de trabalho ou que, mesmo empregado, está "procurando novos espaços e oportunidades" - estes, muito disponíveis para mudar de emprego? Conheça a geração Y.

A QUESTÃO DO SENTIDO

Ele é o tio, embora bastante jovem - até 35 anos mais ou menos - daquele pirralho que, ao receber como resposta um "porque não" (ou "porque sim") rebate de bate-pronto: "Porque-não não é resposta!". Conclusão: o cara está acostumado a mostrar sentido para os outros - exatamente porque ele também precisa encontrar sentido no que está fazendo ou no que lhe pedem para fazer. Portanto, empresas e gestores: ou vocês oferecem sentido, ou "perdem o cara" (literalmente, porque ele pode ir embora, ou, o que é pior, ele pode ficar mas vocês podem perder o entusiasmo dele, a coragem dele, o tesão dele - isto é, vocês ficam com um ser humano "estragado", com prejuízos para todos).

A RESPONSABILIDADE

Ele é muito responsável. Com aquilo pelo qual é responsabilizado. Assim, ele pode sair no meio da tarde de uma quarta-feira "pesada", para ficar com a namorada que está febril; ele se sente também responsável por ela. E vai mandar para o chefe, de madrugada, por e-mail, o projeto pelo qual é responsável.

O AMBIENTE DE TRABALHO

Ele é alegre. Ele não concorda que um ambiente de trabalho sério tem que ser triste. Portanto, não estranhe se, quando a "casa parecer que está caindo", ele se comportar com um espírito leve; ele vai continuar enfrentando os desafios muito seriamente... mas nem por isso vai ficar triste... preocupado, sim, mas não infeliz.

O SIGNIFICADO DA REMUNERAÇÃO

Ele gosta de receber o combinado; aliás, ele entende salário como algo associado a orçamento - o salário é para "pagar as contas". Ele gosta mesmo é de "ganhar": ganhar bônus, premiação. Ele gosta de ganhar para poder "gastar" - em roupas, viagens, carro, computadores.

O ENVOLVIMENTO NO TRABALHO

Ele adora pular de site em site quando está navegando na internet. Não gosta, ou não tem paciência para coisas muito longas, demoradas. Aliás, ele consegue navegar na internet, ao mesmo tempo "falar" no messenger e, se for o caso, também falar, agora literalmente, no celular. Por isso, para "agarrá-lo", "quebre" os objetivos ou programas da empresa em projetos; projetos têm começo, meio e fim definidos, têm resultados palpáveis, têm superação evidente de obstáculos, oferecem oportunidades concretas de vitórias, em geral no curto prazo. Ele se "amarra" nisso. De preferência, o coloque em mais de um projeto - senão ele pode ficar aborrecido.

A RELAÇÃO COM NORMAS, REGRAS E SUBORDINAÇÃO FUNCIONAL

Não o engesse muito com normas bobas - principalmente com aquelas que claramente são burras -, com rígidas regras de vestimentas, com formalismos exagerados. Ele respeita as pessoas, e mesmo organizações, e gosta de ser respeitado, pelo caráter, pela transparência, pela espontaneidade. Ele se "subordina" a vínculos e não a cargos. Ele é mais auto-orientado que hetero-orientado; seu critério de julgamento, portanto, é a consciência e não a obediência.

ACOMPANHAMENTO E RECONHECIMENTO

Ele demanda muito feedback. Ele gosta de autonomia, mas "precisa" receber dicas de como está indo seu trabalho, sua performance - não só para corrigir alguma coisa mas, talvez, e talvez principalmente, porque ele é "movido" a elogios. Adora ser reconhecido.

Por outro lado, o cara também precisa de ajuda.

A INTELIGÊNCIA SOCIAL DO CARA

Ele é um pouco "carente" em termos de inteligência social mais expandida. Algo como prestar atenção ou se interessar por algo ou alguém muito distante da sua "tribo"; ele pode passar por você, que ele vê como um distante e invisível "tio", e que está segurando a porta do elevador para ele sair, sem falar um rápido "obrigado" - às vezes, nem olha para você que, afinal, é um "invisível social". Sua percepção seletiva tem olhos e ouvidos, em geral, apenas para quem ostenta alguns dos símbolos externos da "galera". Mais um desafio para você, que se meteu a ser líder dele! Paradoxalmente, é engajado em questões mais amplas relacionadas à responsabilidade social das empresas e à dimensão ecológica.

A "PROFUNDIDADE" CULTURAL DO CARA

Ele tem também pouco "treino" com processos cognitivos escritos mais profundos ou complexos; assim, não é um grande leitor de obras literárias mais "densas". Também não tem "saco", e preparo, para ouvir ou produzir argumentações muito elaboradas - ele quer chegar rapidamente aos "finalmente". Por isso, você, líder de um cara desses, tem um papel crítico, o papel de "formador", estimulador para ajudá-lo a ser, daqui a dez anos, também um homem mais pleno, profundo, complexo. Se você conseguir isso, não será apenas um "belo" líder...em alguns casos, será também um mágico!

O LIMIAR DE RESISTÊNCIA

Esse cara não tem paciência para promessas do tipo "no futuro, lá na frente, você terá seu valor reconhecido, poderá ser promovido etc.". Ou com coisas tais como "aqui o funcionário tem que pastar, mostrar serviço por muito tempo no limbo, para só depois poder começar a sonhar com cargos mais elevados, com poder etc.". Em geral, ele não é orientado por fins; ele é orientado por meios - ele quer ter desafios agora, ter reconhecimento agora, viver bem agora. Em muitos casos, depois de seis meses na empresa já diz estar desmotivado porque não sabe direito quando vai ser diretor! Em suma: ele não lida muito bem com restrições, limitações, frustrações. E você, líder, se conseguir ajudá-lo nisso, não será apenas um mágico... Aí você já está se candidatando a santo!

ENTÃO, POR QUE VALE A PENA CUIDAR BEM DO CARA?

Mas, vale a pena, não? Afinal, é esse o cara que vai comandar as empresas e o país lá na frente. E que, agora, é uma das suas mais poderosas fontes de inovação - e, portanto, da competitividade da sua empresa.

Além disso, ele não é apenas uma "promessa". Ele também pode ser bom agora. Ele aprende e trabalha com facilidade em rede; ele se interessa ou domina algumas dimensões ou expertises profissionais que geram processos ou produtos inovadores; possui intensa energia que resulta em superação de obstáculos com muitas restrições de qualidade, eficiência e tempo; ele está disponível para a ampliação de fronteiras geográficas, culturais ou de competências; ele não se conforma com desempenho medíocre. Enfim, "bem gerenciado", é um profissional que se pode chamar de "alta performance".

VÁ SE ACOSTUMANDO...

Por fim, um lembrete: não estranhe se ele ou ela te chamar de cara, quer você seja homem ou mulher. Este termo não obedece à questão de gênero. Mas se você for chamado de cara, isto não é falta de respeito. É sinal de cumplicidade... e isto é bom.

Ah! Ia me esquecendo: não impeça o cara de começar suas frases, talvez todas as suas frases, com um sonoro "Meu..." (às vezes, o som é de "meo"). Se você fizer isso, ele pode ficar mudo!

A propósito: esse cara tipifica o que se anda chamando de GeraçãoY. E que anda batendo à porta da sua empresa.

Ensaio preparado por João Baptista Brandão, em maio de 2008, a propósito de uma entrevista solicitada pela InformationWeek Brasil a respeito do tema Desafios das empresas com a Geração Y. As características abordadas não são, logicamente, exclusivas dessa geração de até 35 anos mais ou menos; por outro lado, nem todos nessa faixa etária apresentam essas condições - muitos, e talvez mais do que seria desejável, reproduzem aspirações de gerações anteriores, privilegiando segurança, estabilidade etc. Muitos também têm muito medo de arriscar, de perder o emprego, de falar o que pensam, diferentemente desses seus contemporâneos da geração Y.

Fonte: http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=48474

Imersa em tecnologia, a geração Y desafia a TI

por Roberta Prescott

A nova geração, que começa a desembarcar nos quadros das empresas, questiona o modo tradicional das companhias de trabalhar

Eles são, dinâmicos, “antenados” e familiarizados com diversas tecnologias, afinal, cresceram navegando na internet em busca dos mais diversos conteúdos. Aliás, fazer várias coisas ao mesmo tempo é uma característica forte, até porque eles não têm paciência para atividades muito longas. Trabalham melhor em equipes, anseiam por flexibilidade de horário e mobilidade, necessitam de feedbacks constantemente, demandam planos de carreira (querem ascender rapidamente) e esperam reconhecimento instantâneo de seu trabalho. Informais, não se intimidam ao expor idéias a seus chefes – o que não é de se estranhar, pois se acostumaram com o apoio e retaguarda dos pais. Esses traços lhe parecem familiar? Consegue identificar algum funcionário de sua empresa nessa descrição? Se a resposta foi sim – e deve ter sido, caso existam pessoas na casa dos 20 anos – prepare-se para lidar com a chamada geração Y, também conhecida por Millennium ou Net. Os estudiosos do assunto nos Estados Unidos estabelecem que integram esta geração os nascidos entre 1977 a 1997. Aqui no Brasil – e até porque acabamos refletindo a realidade norte-americana algum tempo depois – pode-se definir a partir da década de 1980.Extremamente “acelerados”, eles estão acostumados a ter uma resposta muito rápida, como se o tempo fosse escasso. Assim, podem preferir chats e mensagens instantâneas a e-mails. E é justamente neste ponto que alguns obstáculos começam a ser impostos para a TI. Toda organização é regida por normas e leis que têm por princípio resguardá-la. Ou seja, no ambiente de trabalho, entra a padronização e sai a liberdade de escolha. “No ecossistema deles, estes jovens têm acesso a “n” tecnologias que, normalmente, são bloqueadas no mundo corporativo, pois criamos barreiras”, lembra Luis Carlos Heiti Tomita, CIO da Philips para a América Latina.Somente a existência de limites seria suficiente para que qualquer membro da geração Y passasse horas tentando convencer o CIO sobre a injustiça das restrições e como elas o impedem de trabalhar – lembrem-se de que estes jovens querem ter flexibilidade e mobilidade para exercerem as suas funções e odeiam que decisões “burras” os impeçam de fazê-las. É preciso ponderar. E ninguém melhor que o diretor de TI para identificar os riscos para a companhia e criar políticas de segurança eficazes. Mas isto não basta. Estes jovens precisam entender o motivo das regras; e, uma vez (bem) justificadas, será mais fácil tê-los como aliados. Na Kimberly-Clark, usa-se o pacote da Microsoft como ferramenta-padrão, porém, constantemente, a equipe do gerente de informática, Paulo Biamino, tem de explicar aos usuários que eles não podem instalar software livre em suas máquinas. “Eles emitem a posição deles e eu, a da empresa. Nos cabe mostrar o porquê estamos fazendo aquilo e os benefícios. Eles vão questionar as ferramentas utilizadas, mas, se todos usassem o que acham melhor, não teríamos padronização”, explica.

Exigência O questionamento, inclusive, mostra-se como outro traço marcante da geração Millennium; e reflete no trabalho da TI, que se virá obrigada a repensar a maneira que entrega serviços e produtos. Esta geração cresceu acessando a internet e afeita às novidades tecnológicas, tendo familiaridade com computadores desde criança.

Por isto, seus representantes sentem-se confortáveis para discutir tecnologia em pé de igualdade com os profissionais de TI. Um impacto direto no service desk. “Há uma demanda maior por qualidade”, assinala Biamino.Contratar pessoas da geração Y para o service desk costuma ser uma manobra eficiente para equilibrar o atendimento do suporte com o restante da companhia – e até minimizar problemas de comunicação. “Não enrole este pessoal. Se não souber determinado assunto, é melhor dizer a verdade e buscar a resposta para não cair no descrédito”, ensina o principal executivo de TI para a Kimberly-Clark Brasil. A exigência desta turma extrapola as fronteiras do service desk. Junto com os pedidos de recursos que ofereçam a tão sonhada elasticidade para a realização de suas tarefas, eles querem maior capacidade de internet, de processamento, de desempenho e robustez dos equipamentos e utilização de objetos pessoais no ambiente corporativo, como o iPod. Atualmente, a Kimberly-Clark não permite instalação de softwares para uso pessoal, mas cada caso é analisado sob a óptica da segurança, legalidade e impactos para a empresa. “Estamos em mutação. Temos de manter a mente aberta. Por um lado, precisamos obedecer a política corporativa, mas, por outro, há uma demanda nascendo e temos de nos adequar”, contrapõe Biamino, de 51 anos e pai de dois jovens representantes desta nova geração. Há ainda a questão da segurança. A familiaridade com as tecnologias encoraja estes usuários a buscarem novidades e a “fuçarem” mais.

O que nem sempre combina com segurança. “Eles são mais ousados, aumentando o risco para as companhias, que ficam mais vulneráveis”, reflete Eliane Aere, diretora de RH e diretora-geral da Accor Services. Atender às expectativas desta parcela de funcionários requer jogo de cintura. Eles ficarão frustrados se não encontrarem o ambiente dos sonhos no trabalho. “Esta geração espera inovação, flexibilidade de horário, mobilidade e um processo de tomada de decisão muito ágil. O velho modelo de ‘recrutar, gerenciar e manter’ os empregados não funciona mais”, aponta Don Tapscott, diretor da New Paradigm e co-autor de Wikinomics e de outros dez livros.
(Leia a entrevista completa com Tapscott Geração net vai dominar força de trabalho)

No entanto, longe de liberar tudo o que eles estão acostumados (e desejam), uma opção que tem sido eleita pelos CIOs é repensar a infra-estrutura para avaliar possíveis adequações, levando em consideração os recursos necessários de acordo com a área de atuação. “Os softwares de gestão de identidade passarão a ser chave para o ambiente de colaboração e a interação funcionar”, avalia Heiti, da Philips. Outro grande desafio não tem nada a ver com tecnologias – mesmo porque elas vão evoluir. “Um enorme dilema é o lado cultural. Esta geração traz idéias inovadoras, mas como faremos a gestão dos novos padrões?”, alerta o CIO.

Paradigma cultural

Ainda que os integrantes da geração Net sejam confidentes, criativos, independentes e tenham mente aberta, eles tendem a ser um grande desafio para gerenciar, na visão de Don Tapscott. “Eles gostam de autonomia, mas precisam receber dicas de como está indo o trabalho e o desempenho para, não só corrigir alguma coisa, mas principalmente porque são ‘movidos a elogios’ e adoram ser reconhecidos”, explica o professor de gestão de pessoas e da Fundação Getúlio Vargas, João Baptista Brandão. (Leia artigo exclusivo de Brandão.)

Como tendem a se identificarem mais a vínculos que cargos, projetos acabam os atraindo mais. Justamente por esta razão, estes jovens obrigam as companhias a repensarem seus padrões e estruturas de remuneração. “Tem organizações que já especificam no cargo o que é esperado, de tal maneira que as pessoas tenham liberdade de opinar e melhorar a forma pela qual são valorizadas”, exemplifica Brandão, destacando que a remuneração por desempenho aparece como uma das formas mais aceitas por este grupo. “Desenvolvemos competências por projetos e por processos”, detalha Eliane, da Accor Services, uma companhia aonde esta realidade já chegou. Com cerca de 60% dos funcionários entre 21 e 35 anos, a companhia viu aumentar o número de pessoas que passa uma temporada de alguns anos em uma filial em outro país. “Tínhamos uma pessoa por ano e, em 2007, foram 12 funcionários”, destaca.

A turma Y está mais focada em sua própria carreira e desenvolvimento. A orientação por processos é outra tendência que surge ao se analisar o que motiva esta talentosa geração. Mas por trás disto há uma questão de sobrevivência. Como o tempo médio de permanência deles nas empresas é bem mais curto se comparado a seus antecessores, estabelecer metodologias pode ser a salvação para a memória da corporação. “Eu tenho 21 anos na Accor, guardo o histórico da companhia na minha cabeça, o que não ocorre com a geração Y”, conta Eliane, que já respondeu também pela TI e área comercial.Todas as mudanças trazidas por esta geração terão, sim, impactos nas companhias. Seja na parte de segurança, uma vez que novas tecnologias requerem níveis mais sofisticados de proteção; no aumento da qualidade do service desk, já que os novos usuários vão argumentar os porquês de cada uma das regras; ou na forma de se exercer suas funções. E aí entram os mecanismos para proporcionar o trabalho remoto, os integrantes da geração Y logo verão seus anseios acatados – ou não – pelas companhias. Para as corporações, resta o desafio de equacionar as novas demandas com a atual estrutura, de forma a não perder identidade, valores e cultura. Porque os desafios de conciliar os desejos dos jovens com a estrutura da organização não terminam na Y (ou Net ou Millennium).

Fonte: http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=49283

Especialistas descartam título de 'gênio' ao analisar criador do facebook

UOL

Mark Zuckerberg criou em 2004, aos 19 anos, aquela que viria a se tornar a rede social Facebook, hoje com mais de 500 milhões de usuários. A revista “Fortune” estima que sua fortuna seja de US$ 6,9 bilhões, a “Time” o elegeu o homem do ano e há, em cartaz, um filme contando a história da origem de sua empresa. Em 2010, Zuckerberg é “o cara” quando se fala em redes sociais. Mas especialistas brasileiros nessa área, ouvidos pelo UOL Tecnologia, preferem deixar de lado adjetivos como “gênio” e “visionário” ao tratar do jovem de 26 anos. Para eles, o norte-americano soube como oferecer aos internautas uma ferramenta de qualidade, quando o público já estava interessado em conectar-se virtualmente com seus amigos, parentes e conhecidos. Para os especialistas, Zuckerberg é o “cara”, sim. Mas aquele cara da hora certa e do lugar certo.

“Ele foi um sortudo competente. Sua plataforma, por exemplo, não é inovadora: do ponto de vista de arquitetura, seu recurso mais potente é a narrativa sequencial, algo criado pelo Twitter. O Facebook ganhou força mesmo quando outras redes sociais já haviam quebrado a primeira resistência das pessoas em usar essas ferramentas”, explica Luiz Algarra, consultor de inovação e fundador da Papagallis (empresa que promove ativação de redes sociais).

“O site surgiu com um formato enxuto, objetivo e com bom desempenho [quando os brasileiros, por exemplo, ainda enfrentavam quedas com o Orkut]. Ele observou o que já existia no presente digital e estruturou tudo isso de uma boa forma para os usuários. Ainda assim, a sorte contou: alguém tomaria esse lugar que foi ocupado pelo Facebook.”

É meu!
Augusto de Franco, um dos articuladores da Escola de Redes, afirma que, se considerado o número de usuários, o Facebook é realmente um site de sucesso. Mas, se levadas em conta as tendências, a história é outra. “Ele vai contra o que chamamos de distribuição da rede social e centraliza as informações. Não devemos caminhar para colocar os dados nas mãos de uma única pessoa ou empresa, que terá então a posse e controle de nossos dados”, defende. “O Facebook gaba-se de ter 500 milhões de usuários. Seria preferível ter 1 mil Facebooks com 500 mil pessoas cada.”

O especialista cita declarações de Tim Berners-Lee, fundador da web, segundo quem as redes sociais querem os dados de internautas, mas não os compartilham com outros sites. "Quanto mais esse tipo de arquitetura ganhar espaço, mais a web se tornará fragmentada e, consequentemente, menor será o ambiente onde as pessoas poderão compartilhar conteúdo de modo universal", afirmou Berners-Lee. Por isso, conclui Franco, o Facebook está na contramão das tendências e, se continuar assim, pode mostrar-se um (grande) sucesso momentâneo.

Luiz Algarra, da Papagallis, é da mesma opinião. “Não consigo pensar nas pessoas daqui a dez anos usando o mesmo Facebook. Por outro lado, não imagino o site se reinventando para transformar-se completamente. Pode se tratar de um sucesso momentâneo, mas não dá para dizer quanto ele vai durar.” Ainda segundo o especialista, a rede vai agregar uma massa enorme de usuários, mas não tem a plasticidade necessária para acolher “idéias e sacadas” que jovens desenvolvedores estão produzindo em todo o mundo, a todo momento. É possível criar aplicativos para o site, mas as limitações seriam menores caso a plataforma não fosse controlada por uma única empresa.

“Do ponto de vista da sociedade em rede, o Facebook não é um sucesso. O mundo não está voltado à unificação, mas sim à multiplicação. Baseado na redundância, o modelo do site não será sustentável. Mas Mark Zuckerberg não deve estar pensando nisso: ele é um programador”, reforça Franco, da Escola de Redes.

Motivo de sucesso
O Facebook pode, sim, ter sugido na hora certa, no lugar certo. Mas é claro que, para reunir 500 milhões de pessoas, o site de relacionamentos também tem seus méritos. De Franco acredita, por exemplo, que o visual fácil e amigável da página é um dos principais responsáveis pelo efeito exponencial do crescimento na quantidade de usuários. “Quanto mais pessoas estiverem lá, mais você vai precisar dele e maior será sua utilidade. Foi assim com o telefone e com o fax, por exemplo.” Ele afirma ainda que essa interface atrativa permitiu o desenvolvimento de aplicativos de uso muito fácil.


Apesar de o Facebook ter a posse dos dados dos usuários, Luiz Algarra lembra que o site interage com outras redes [caso do Twitter e Linked In], aumentando de forma natural a lista de contatos dos internautas. “O Facebook percebeu que, para crescer, teria de chamar os irmãos mais velhos. E fez isso de forma rápida”, diz o especialista.

Rapidez também é o adjetivo usado por Raquel Recuero, professora e pesquisadora do programa de pós-graduação lingüística da Universidade Católica de Pelotas, para descrever a forma como Mark Zuckerberg abriu seu site para aplicativos de terceiros (com isso, desenvolvedores puderam criar ferramentas como “Farmville”, “Causes”, “Phrases”, “Que coisa de pobre você adora?” e outras -- mais ou menos úteis). Já populares na época dessa abertura, Orkut e MySpace não permitiam esse tipo de contribuição.

Por conta dessa iniciativa e de outras do tipo, Algarra acredita que Mark Zuckerberg soube bem como analisar o momento presente das redes sociais – refletido na adoção de uma estrutura parecida com a do Twitter, por exemplo, já tão bem aceita. “Ele faz direitinho uma ferramenta adequada para o tempo dele. Ele sabe o que está fazendo e chama pessoas parecidas para trabalhar”, define. “Isso não faz dele, no entanto, alguém que enxergue na frente, como é o caso de Steve Jobs.”

Fonte: http://gazetaweb.globo.com/v2/noticias/texto_completo.php?c=219856

E-commerce das Casas Bahia reflete entrada das classes C e D na internet

por Vitor Cavalcanti

Consultorias avaliam positivamente chegada da líder varejista na internet e apostam na loja online do Carrefour para este ano

A maior rede varejista do Brasil inaugurou nesta semana sua loja online. Conhecida pelos carnês de parcelamento e por dominar consumidores das classes D e E, a rede terá como desafio desenvolver uma ferramenta online que possa atender aos clientes "desbancarizados", ou seja, aqueles que não possuem conta em banco, segundo avaliam consultorias. Obstáculos à parte, a chegada do grupo deve impactar positivamente o setor e fazer bem aos números do e-commerce brasileiro.

Conforme revelou Gerson Rolim, diretor-executivo da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Câmara-e.net), nos últimos meses, as classes que mais crescem no e-commerce brasileiro são a C e D, também integrantes do foco das Casas Bahia. "Já vínhamos observando crescimento acelerado de famílias com renda de até R$ 3 mil no e-commerce", observa. "Esse surgimento de consumidores foi um dos motivos para as Casas Bahia entrarem. Eles perceberam a migração do público", completa.

A rede varejista informou que já vinha trabalhando no projeto de comércio eletrônico há três anos e, talvez, como observou Rolim, essa espera pode ter relação com a movimentação do mercado e a mudança no perfil dos consumidores. Os meios de pagamento - 70% das pessoas que compram pela internet pagam com cartões de crédito - também devem ter pesado na decisão. Haveria uma forma de digitalizar o carnê que popularizou a rede? A loja virtual oferece como opções: cartão de crédito, débito e boleto bancário.

Para o e-commerce brasileiro, além de aumentar a concorrência, melhorando a questão das promoções online, a chegada das Casas Bahia pode impulsionar essa tendência de classes de menor renda aderir ao comércio eletrônico.

Carrefour a caminhoGrande player do ramo supermercadista, o Carrefour é, agora, a única grande rede varejista a não atuar no e-commerce. Se bem que, como lembrou Rolim, não é possível dizer que a rede de origem francesa não tenha nenhuma ação na web. "Eles lançaram recentemente o Carrefour Viagens, que é uma agência de viagens online. Também atuam com venda e locação de filmes. Talvez eles tenham optado por estratégia diferenciada, apostando em canais onde os concorrentes não tenham força", explicou.

Ainda assim, diante do cenário atual, não deve tardar para que o Carrefour lance sua loja online, as apostas dão conta que até o fim de 2009 a rede tenha seu canal de vendas na web.
ProjeçõesApesar da crise e de todas as incertezas que pairam nas sociedades por todo o mundo, a expectativa, segundo a Câmara-e.net, é que o comércio eletrônico cresça 30% em 2009, atingindo um faturamento bruto de R$ 10 bilhões. Em 2008, o setor encerrou com avanço de 35% ante 2007. A empresa entende que há uma grande janela de crescimento para o e-commerce, já que, em relação ao comércio físico, o faturamento ainda é pequeno.

Fonte: http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=54670

Twitter ainda é indispensável, mas não consegue se renovar

MARCOS STRECKERDE SÃO PAULO

O Twitter continuou indispensável em 2010, mas tem mostrado dificuldades em se renovar. Como prova de sua relevância, a Biblioteca do Congresso (EUA) anunciou que passaria a guardar todas as mensagens mundiais do microblog.

Bom, mas o Twitter também foi marcado neste ano por uma renovação visual decepcionante e ainda não apresentou um modelo de negócios convincente.

No momento em que redes como o Formspring se consolidam e concorrentes diretos do microblog mostram as garras, como o Tumblr, seu desempenho parece frustrante.
Ainda assim, continua obrigatório, inclusive no Brasil. Nas eleições, candidatos foram obrigados a utilizar a ferramenta. Pela primeira vez, a Justiça determinou direito de resposta na rede social em função de tuíte considerado ofensivo.

O Twitter é vital para políticos, empresas, profissionais e celebridades, que continuam a liderar seu uso no Brasil (os 15 líderes já passaram do milhão de seguidores).

Na Copa do Mundo, jogadores "furaram" jornalistas no Twitter e uma aula de utilização criativa foi dada pelo jornal "The Guardian".

O crescimento continua forte. O Twitter já angariou mais de 100 milhões de usuários no mundo. O Brasil é o segundo país com maior utilização proporcional da rede. Segundo pesquisa da comScore, 20% dos internautas brasileiros usam a rede (excluindo-se LAN houses). E a América Latina é a região em que o Twitter mais cresce: 305% em um ano.

MARCOS STRECKER é editor de mídias sociais da Folha

O Twitter ficou em segundo lugar na categoria rede social e foi um dos vencedores de software/serviço on-line na eleição de destaques de 2010 promovida por Tec. Leia aqui a lista completa de vencedores e os votos dos jurados.

Fonte: Folha de SP de 25/12/2010

Terceira geração do Kindle é produto mais vendido da Amazon.com

(Reuters) - A varejista online Amazon.com informou nesta segunda-feira que a terceira geração de seu aparelho de leitura digital Kindle é agora o produto mais vendido em toda a história da empresa.

O Kindle ultrapassou a marca de vendas do último livro da série do bruxo Harry Potter, até então o item mais vendido na Amazon.com. A companhia não revelou números de vendas do Kindle.

A Amazon.com também informou que em 29 de novembro registrou recorde de encomendas em um único dia, com 13,7 milhões de pedidos em todo o mundo, ou o equivalente a 158 itens por segundo.

Wal-Mart investe em empresa chinesa de comércio eletrônico

XANGAI (Reuters) - O Wal-Mart, maior varejista do mundo, investiu no principal site de venda de eletrônicos da China, em uma iniciativa para atingir mais consumidores chineses.

A empresa chinesa de comércio eletrônico 360buy Jingdong Mall obteve 500 milhões de dólares em recursos de seis parceiros estratégicos, incluindo o Wal-Mart, disse uma porta-voz da empresa.

A parcela do Wal-Mart no investimento não foi revelada. O grupo varejista sediado nos Estados Unidos tem mostrado interesse na emergente classe média chinesa. No começo deste ano, o Wal-Mart lançou um site chinês de sua loja de descontos Sam's Club.

"É um movimento inteligente do Wal-Mart, porque a 360buy, em minha opinião, é uma das melhores empresas de comércio eletrônico da China", disse o diretor-geral da empresa de pesquisa tecnológica RedTechAdvisors, Michael Clendenin.

O presidente-executivo da 360buy, Liu Qiangdong, disse que os recursos captados serão usados para construir centros de logística na China, segundo reportou a mídia local.

O mercado de comércio eletrônico chinês é altamente fragmentado e competitivo. A 360buy tinha 14,1 por cento do mercado de vendas online da China no terceiro trimestre, de acordo com dados da Analysys International.

(Por Melanie Lee e Jerry Huang)

Vendas online nos EUA sobem 15,4% na temporada de festas--estudo

NOVA YORK, 27 de dezembro (Reuters Life!) - A vendas via Internet nos Estados Unidos subiram 15,4 por cento na temporada de festas, para 36,4 bilhões de dólares, segundo o relatório SpendingPulse, da MasterCard Advisors.

As vendas online registraram crescimento de dois dígitos em seis das sete semanas desde 31 de outubro, segundo a SpendingPulse.

"O comércio eletrônico representa hoje uma parcela muito maior de todo o varejo quando comparado a poucos anos atrás", disse Michael McNamara, da SpendingPulse, em comunicado.

A expansão das vendas online foi liderada pelo comércio de roupas via Internet, com quase um quinto das vendas gerais no varejo nessa categoria ocorrendo por meio da Web. Em 2009, as vendas online de roupas representaram 16,9 por cento do total da categoria. Produtos eletrônicos também tiveram crescimento significativo das vendas, segundo a SpendingPulse.

(Reportagem de Dena Aubin)

sábado, 25 de dezembro de 2010

Pequenas Empresas Grandes Negócios (PEGN) - Loja Virtual

osCommerce: Como instalar uma Loja Virtual em 2 minutos - Vídeo 1

Site Ecommerce x Software Loja de Informática

Social Media ROI: Socialnomics

Web 2.0 Expo SF 2010: Charlie Kim, Jen Bekman and Rebecca Thorman, "Di...

Ecommerce Shopping Cart System

Seth Godin: Sliced bread and other marketing delights

eCommerce

ecommerce

behind the scenes - eCommerce site powered by salesforce.com / Ida Apps ...

eCommerce site fully powered by salesforce.com / Ida Apps & Ensemble CRM

Elance new way to work : Leopard Print Slippers App!

Ida Apps eStore

eCatalog and eStore from IdaApps - eCommerce on Salesforce.com

Wordpress Tutorial - eCommerce - Setting Up eShop

eCommerce Software Tutorial

ECommerce Tutorial

Ecommerce web site design

ECommerce Home Shopping - 6 Business Web Design SEO Tips

5 SEO Website Tips - ECommerce Web Advice

Becoming an Ecommerce Entrepreneur - You NEED a Great Why

Custom Ecommerce Solution or Commercial? The wrong choice could cost you...

Mike Rounds-Ecommerce

E-Commerce, Yesterday and Today Presentation

E-Commerce Presentation

Lecture - 35 Electronic Commerce

E-Commerce - Part 1

E- Commerce, E- Process, E- Business.

E- business E- process E- commerce

7 Segredos do E Commerce (comercio eletronico)

Estratégias de Marketing Online - Chleba Agência Digital

Philip Kotler - marketing digital

A essência do Marketing Digital

Marketing e Redes Sociais

Mundo do marketing e as redes sociais - Internet 3.0 - Fernando Lopes

O poder do marketing nas Redes Sociais

domingo, 19 de dezembro de 2010

Palestrante Marketing Digital - Conrado Adolpho - Parte 2

Google Marketing e Marketing Digital - Google Adsense: Como ganhar dinhe...

Módulo 10 - Curso Google Marketing - Os 8 Pês do marketing digital

Redes sociais precisam de regulamentação no Brasil

Por Esther Nunes e Paulo Henrique Bonomo

A cada ano surgem novas redes sociais e ferramentas de publicidade na internet que, antes mesmo de serem especificamente oferecidas no Brasil, já possuem incontáveis usuários brasileiros. Diante desse cenário, empresas estrangeiras, com o intuito de institucionalizar o acesso às suas redes sociais ou ferramentas de publicidade em nosso país, procuram implantá-las fazendo uso dos modelos de políticas de privacidade e uso já existentes.

A adoção desses “modelos” muitas vezes parte da falsa premissa de que tais documentos já estão em conformidade com legislações que se referem ao direito à privacidade dos usuários e que, portanto, a transição poderá ser feita sem maiores problemas.

Esse assunto ganha especial importância no contexto contemporâneo de uma pluralidade de redes sociais, tais como Facebook, Orkut, LinkedIn, Twitter, entre outras, bem como de ferramentas de publicidade que usam as informações dos usuários para filtrar preferências de consumo, e a necessidade de se assegurar, sob a luz do Direito brasileiro, proteção legal a estes usuários.

Obviamente que a implantação de políticas de uso e privacidade tal como originalmente criadas gera um conflito cultural e, muitas vezes, legal. Com base em nossa experiência, é possível constatar alguns pontos comuns nos assuntos que suscitam maiores discussões e questionamentos. Logicamente, cada caso possui características únicas, que, por sua vez, demandam solução específica.

Portanto, este artigo não pretende dar uma solução básica aplicável a todos os possíveis casos relacionados às redes sociais e ferramentas de publicidade disponíveis para o Brasil, mas sim mapear os principais pontos controversos que têm sido discutidos quando se coloca em evidência a necessidade de assegurar o direito dos usuários destes serviços providos por meio da internet.

O direito à privacidade e o sigilo de informações dos usuários no Brasil encontram proteção legal em âmbito geral. A Constituição Federal confere ao direito à privacidade e vida privada o status de garantia fundamental dos indivíduos, sendo inviolável e assegurado o direito à indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação.

O Código Civil também enfatiza que a vida privada da pessoa natural é inviolável, e o juiz, a requerimento do interessado, adotará as providências necessárias para impedir ou fazer cessar ato contrário ao direito à privacidade dos indivíduos.

Em esfera mais específica, existe uma série de diplomas normativos que cuidam de diferentes aspectos do direito à privacidade no Brasil, tal como o Código de Defesa do Consumidor, além regras que cuidam de sigilo bancário, inviolabilidade de comunicações de qualquer natureza, sigilo médico, proteção aos direitos de menores, entre outras.

Dessa forma, o ordenamento jurídico brasileiro resguarda clara e expressamente a vida privada e o direito a privacidade, porém, diferentemente do que ocorre, por exemplo, em países da União Europeia, em que existem normas específicas, bastante severas e, em alguns casos, até mesmo um órgão regulador próprio.

É sobre esse caráter geral que reside a grande origem das perguntas relacionadas ao tema. Afinal, o que é privacidade? O que são informações pessoais? Quais informações devem ser protegidas? Onde e como armazenar informações eletrônicas? Qual a validade e eficácia do consentimento dado por meio eletrônico, por mero “click” ou simplesmente por aceitação tácita? Estas questões não têm resposta específica, quando se trata de relações geradas no mundo virtual.

Por esta razão, é comum que os direitos dos usuários de sites de busca, de redes sociais e ferramentas de publicidade sejam, em grande parte, definidos concretamente nos documentos que regulam a relação entre as provedoras e os respectivos usuários, utilizando-se como base o direito aplicável ao mundo “concreto”, com as adaptações possíveis a cada caso.

Em geral, observamos a existência de dois documentos básicos para regular essas relações, quais sejam: (i) os Termos de Uso e Condições Gerais, que estabelecem as regras relativas ao uso apropriado de um perfil ou conta, bem como quais as condutas inaceitáveis; e (ii) a Política de Privacidade, na qual é definida a postura da provedora com relação às informações colocadas à disposição pelos usuários. Para que esses possam fazer uso do serviço, devem aceitar o conteúdo imposto unilateralmente nestes documentos pelas provedoras.

Os Termos de Uso e Condições Gerais e Políticas de Privacidade são criados levando em conta características de seus países de origem e podem conter, por exemplo, a exoneração de responsabilidade das provedoras, caso ocorra violação do sigilo das informações colocadas à disposição pelos usuários em seus perfis ou a transferência dessas para terceiros (em geral, afiliados ou que guardam alguma relação com a provedora) sem a necessidade de seu consentimento prévio.

Um ponto importante a observar nesses casos é a possível aplicação do Código de Defesa do Consumidor, que define como consumidor aquele que adquire ou utiliza produto ou serviço como destinatário final. Ou seja, o usuário é o destinatário final do serviço provido por meio da rede social ou ferramentas de publicidade.

O CDC define serviço como qualquer atividade fornecida no mercado de consumo, mediante remuneração. A questão que se coloca é se as normas consumeristas se aplicam nas relações entre usuários e provedoras das redes sociais e ferramentas de publicidade, uma vez que o acesso, ou o serviço, a facilidade que se proporciona ao usuário é gratuito, havendo, portanto, ausência de um dos elementos da relação de consumo. Porém, há de se considerar que diversas outras características na relação entre as provedoras e os usuários são típicas da relação de consumo, o que corrobora a posição mais conservadora neste aspecto.

Assim, o que se deve observar é que os Termos de Uso e Condições Gerais e Políticas de Privacidade importados devem passar por minuciosa revisão para adequá-los à legislação brasileira e adequadamente tratar dos direitos de ambas as partes, evitando prejuízos futuros e contendas desnecessárias.

O assunto é recente no Direito brasileiro e carece de regulamentação específica. A jurisprudência sobre o tema ainda é escassa, com pouquíssimos casos julgados, sendo praticamente impossível estabelecer uma linha coerente relacionada à visão dos tribunais brasileiros sobre o tema.

Na medida em que a internet, como meio de oferta e fruição dos serviços relacionados às redes sociais e demais ferramentas de publicidade, evolui, vem à tona uma série de aspectos polêmicos. Por exemplo, pensemos no caso de um indivíduo que, por meio de seu perfil ou em perfil criado por grupos de participantes ou simpatizantes de uma empresa, escola, associação, manifeste uma opinião, divulgue uma informação sobre a empresa na qual trabalha ou publique comentários ofensivos, caluniosos, preconceituosos. Quem está realmente divulgando a informação? Quem pratica a ofensa? A empresa? O empregado? Quem é o responsável?

Em vista de tais questionamentos, se tem observado esforços constantes para se criar legislação que regulamente especificamente a internet e as relações dela advindas. Cumpre destacar o processo de discussão e formulação de um marco civil para internet brasileira, cuja ideia central está na necessidade de se ter regras de responsabilidade civil para provedoras e usuários da internet, além de medidas de proteção à liberdade de expressão e à privacidade, bem como princípios e diretrizes para garantir o bom funcionamento da rede.

Adicionalmente, nos últimos meses discute-se anteprojeto de lei, de autoria do Ministério da Justiça que, dentre outras disposições, pretende regulamentar a proteção de dados pessoais no Brasil e criar uma agência reguladora específica para tratar da matéria.

Não obstante nosso direito ainda não contempla normas específicas para tratar de todas essas hipóteses. Imperativo, portanto, procedermos à análise e redação cuidadosa dos Termos de Uso e Condições Gerais e Políticas de Privacidade, bem como quaisquer outros instrumentos que se façam necessários para regular entre à provedora de rede.

Fonte: http://www.conjur.com.br/2010-dez-19/brasil-lei-regulamente-protecao-dados-internet

Pesquisa revela que Twitter vale quase duas vezes o The New York Times

Redação Portal IMPRENSA

O serviço de microblog Twitter, que acumula quase 100 milhões de usuários, passou a valer mais que o gigante norte-americano The New York Times.

Com sua nova rodada de investimentos (US$ 200 milhões), o Twitter foi avaliado em US$ 3,7 bilhão, valor quase duas vezes maior que o atual valor de mercado do NYT, US$ 2 bilhões, segundo informa o Estadão.com.

"Existe uma diferença óbvia: o valor da New York Times Company tem como base uma ação negociada em mercado, que qualquer um pode comprar, enquanto o valor do Twitter é baseado em uma rodada privada de investimento em que as pessoas não podem participar", escreveu Dan Frommer, presidente do instituto de pesquisa Business Insider, responsável pela comparação entre as empresas.

Fonte: http://portalimprensa.uol.com.br/portal/ultimas_noticias/2010/12/16/imprensa39901.shtml

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Abrigar a "Geração Millennials" é desafio para as empresas de TI


Por IDG News Service / Boston

Eles são 100% digitais e suas relações, abertas e simples; cabe às empresas entenderem isso e oferecerem ambientes de trabalho flexíveis.
Os headhunters afirmam: chegou a hora dos recrutadores de profissionais de TI compreenderem melhor os anseios de uma geração 100% digital: a chamada "Geração Millennials", também conhecida como Geração Y (ou seus integrantes mais jovens).

“Suas prioridades são outras. Eles valorizam outros aspectos no local de trabalho”, afirma o presidente do conselho e CEO da Dice Holdings, Scot Melland, voltada ao abastecimento do mercado de trabalho no segmento de TI. As declarações de Melland confirmam as descobertas feitas pela Pew Research Center. De acordo com a Pew, a geração atual é de pessoas que não veem o uso do Twitter, do Facebook, do YouTube e do Wikipedia com algo inovador. Essas coisas fazem parte do cotidiano deles, de sua vida social e de sua busca pelo sentido das coisas.
Logo em sua abertura, o relatório da Pew afirma que “As diferentes gerações profissionais têm personalidades próprias. A juventude norte-americana que entra na vida adulta junto com o novo milênio começa a forjar sua personalidade de maneira aberta, autoconfiante, expressiva e liberal. Essas características permitem que entrem no mercado de trabalho em um ambiente que começa a sair do vermelho (em função da crise de 2008) com o queixo erguido, sem se abater, diferente da geração anterior”.

Integrantes da Geração Millennials acham completamente normal trabalhar em frente aos seus computadores enquanto visitam diferentes sites de relacionamento e serviços de mensagens instantâneas mais usados normalmente para conversas com familiares e amigos. Também trabalham melhor em ambientes flexíveis, em empresas que não se importam em como o trabalho será feito, contanto que seja bem feito.

Quando trabalham em grupo, os integrantes da Geração Millennials costumam valorizar a sensação de serem ouvidos e perceber que sua opinião conta. Gostam de sentir que fazem parte da história de sucesso de uma empresa e não sendo apenas um acessório. A sensação de contribuir é mais importante que um gordo contra-cheque. Hierarquia é outro termo estranho a eles, Acesso às lideranças da empresa é fundamental.

Matthew Ripaldi, vice-presidente sênior da empresa de recrutamento de profissionais em TI Modis and Ajilon Consulting, descreve esses profissionais como pessoas que estão acostumadas a ter feedback imediato para seus questionamentos. Partem do princípio de que têm direito de acesso aos mais experientes e querem aprender com eles. “Se você criar estruturas organizacionais complicadas espantará esses profissionais”, adverte.

"O segmento de TI é perfeito para esse tipo de profissional", diz O CEO da Focus.com, outra empresa de gestão de RH para TI. "Eles têm grande criatividade, são propensos a trabalhar com agilidade e ambientes que oferecem possibilidade de desenvolvimento lhes são ideais. Pouco apegados e sempre em busca de novos projetos, a geração de Millennials representa um desafio às organizações tradicionais", finaliza.

No Brasil

Das 70 Melhores Empresas de TI e Telecom para trabalhar no Brasil, apontadas pela COMPUTERWORLD, em parceria com p Great Place to Work, a Geração Y já representa uma parcela importante de profissionais: praticamente 1/3 do total de funcionários dessas organizações.

Pesquisa recente realizada pela Amcham (Câmara Americana de Comércio) revela que 34,5% das companhias instaladas no Brasil criaram planos de carreira específicos para atender jovens da Geração Y. Para reter esses profissionais, 40% delas oferecem jornada flexível, que é um dos requisitos mais buscados por esse perfil na hora de procurar um emprego.

O levantamento foi realizado com 87 gestores de Recursos Humanos de empresas associadas à Amcham, sendo que metade delas com mais de 30% de pessoas da Geração Y. Entre essas, 52,9% relataram que os maiores desafios para lidar com esse perfil de profissional é a falta de motivação para atuação em projetos e tarefas cotidianas. Outras 35,6% apontaram a necessidade de adaptação à hierarquia.

Sobre as vantagens de ter profissionais da Geração Y na equipe, 62,2% das empresas destacaram as ideias e práticas criativas como o mais importante. Elas também mencionaram o fato de esses jovens terem mais domínio sobre o uso de ferramentas tecnológicas.
(Nancy Weil)

Três dicas para cuidar bem da sua imagem na internet


Por Kristin Burnham - CIO/EUA

Você precisa vender a marca pessoal para a carreira que deseja, não para a que tem; veja aqui algumas dicas valiosas.


Para gerenciar sua marca pessoal na internet não basta apenas monitorar sua reputação. É importante alcançar reconhecimento e visibilidade dentro da empresa em que atualmente se trabalha, além de se posicionar para futuras oportunidades. A opinião é do especialista em marcas pessoais Dan Schawbel, autor do best seller “Me 2.0: Four Steps to Building Your Future” (ainda sem tradução para o português).

“No mundo de hoje, você precisa vender a marca para a carreira que almeja e não para a carreira que tem”, diz Schawbel. “A questão é visibilidade, predicado capaz de atrair grandes oportunidades. Mas o trabalho de posicionamento deve ser feito de acordo com o nicho desejado, para atrair as oportunidades certas”, completa.

Desenvolver uma marca pessoal forte ganhou ainda mais importância no clima econômico atual, porque, embora novas vagas apareçam com o reaquecimento econômico global, subir para cargos mais altos está se tornando cada vez mais difícil. Assim, mesmo que não haja a intenção de trocar de empresa, é importante cultivar uma marca forte e uma presença online, para aumentar o valor perante a própria empresa e ter mais chances de promoções.

O autor dá um exemplo de valor que isso pode criar: com uma boa presença no mercado, o profissional pode passar a ser visto como um líder ou especialista em uma área específica, mesmo que não mude de cargo ou não tenha aumento de salário em um primeiro momento. Gestão de marca é um investimento para toda a vida, e não dá para esperar retornos muito imediatos.

Gerenciar a marca também não precisa ser uma atividade complexa, tampouco consumir muito tempo do profissional. Para Schawbel, a chave é fazer experimentações e chegar a um equilíbrio na gestão da imagem, em que o trabalho atenda necessidades pessoais sem comprometer atividades profissionais e pessoais.

Então, por onde começar? O autor recomenda três ações para iniciar a construção de uma marca que reflete quem é o profissional e o que ele pretende alcançar:

1 - Crie conteúdo

Se a presença online é essencial, o primeiro passo é quebrar a resistência do profissional em se juntar às redes sociais mais importantes do mercado, como Facebook ou Twitter. E se você pensa há algum tempo em criar um blog sobre um assunto específico, a hora é essa. “As pessoas precisam começar a olhar para a Internet de uma forma diferente, já que ela representa um meio global de busca de talentos. A primeira forma de busca por profissionais é o Google, antes mesmo do LinkedIn”, diz Schawbel. É por isso que o profissional precisa criar perfis fortes, que digam a que veio. Dessa forma, quando o procurarem no Google, ele será encontrado. Do contrário, ele não existe.

Ser ativo no Facebook, LinkedIn e Twitter, além de publicar um blog, certamente colocará o profissional entre os 10 primeiros resultados para seu nome. E manter uma posição na página com os 10 primeiros resultados é uma das partes mais importantes para gerenciar a marca pessoal, porque geralmente as pessoas continuam a pesquisa além dela. E como o profissional controla o conteúdo dessas páginas, é uma excelente forma de refinar sua marca.

Se o profissional já é ativo em redes sociais e mantém um blog, ele deve se perguntar se esses meios traduzem a forma como ele quer ser visto pelos outros. Depois da reflexão, é importante revisitar cada um dos perfis e avaliar como ele está se retratando. Cabe a pergunta: os tweets ou posts do profissional refletem o que ele quer ser na carreira?

2 - Monitore seu nome

De acordo com Schawbel, uma das soluções gratuitas mais úteis no que diz respeito ao tratamento da própria imagem é o Google Alert. A ferramenta envia atualizações por e-mail ou pelo Google Reader sobre um tópico ou uma frase, sendo que o usuário escolhe a frequência.

O autor acredita que criar um alerta para o próprio nome é essencial para manter a noção sobre o que as pessoas estão dizendo sobre o profissional na Web, em blogs ou outros lugares. Criar alertas para o nome da empresa, palavras-chave da indústria e outras pessoas importantes da mesma área pode ser útil também.

“Se eu não gastasse um tempo todos os dias olhando no meu Google Reader para saber o que as pessoas falam sobre mim e sobre a indústria à qual pertenço, minhas apresentações seriam desatualizadas”, diz Schawbel. “Ao centralizar alertas no Google Reader ou no e-mail, o profissional terá a mesma possibilidade de se manter sempre atualizado.”

Cabe ao profissional procurar outras ferramentas de monitoração web por meio de palavras-chave. O Twitter é um dos sites sociais muito rico nesse quesito.

3 - Construa relacionamento com seus evangelistas

Enquanto desenvolve e gerencia uma marca online – e permanece ativo nos sites sociais que escolheu para se destacar –, o profissional começa a construir um grupo que entra frequentemente em seus blogs e posts para conversar no Twitter e no LinkedIn sobre os tópicos. De acordo com Schawbel, esses são os evangelistas dos profissionais, uma parte muito importante da marca pessoal.“O profissional só manterá seus evangelistas se mantiver um diálogo com eles, compartilhando as próprias opiniões”, diz Schawbel.

Outra vantagem é ter um grupo de pessoas que vai alertar o profissional caso algo seja falado sobre ele nas redes, de negativo ou positivo. Diante disso, a pessoa pode buscar as fontes de citações negativas e tentar contornar a questão ou agradecer retornos positivos, compartilhando-os com sua rede. Essa estratégia, segundo Schawbel, ajudará a modelar a marca e fazê-la evoluir.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/carreira/2010/12/13/tres-dicas-para-cuidar-bem-da-sua-imagem-na-internet/

Seis tendências do mercado de trabalho em 2011


CV digital, teletrabalho, presença em redes sociais: o jeito de trabalhar - e procurar emprego - não será mais o mesmo.

Em 2009, quando as taxas de desemprego chegaram a níveis alarmantes nos EUA, chegando aos 10% depois de quase três décadas de tranquilidade, todos apostavam em 2010 como o ano da recuperação. Mas não foi bem assim. Estamos próximos do Natal e, com 9,8% de desemprego, continuamos perigosamente perto dos 10%.

Então, chegada a hora de se preparar para varrer a internet atrás de um novo emprego e de começar 2011 com uma perspectiva melhor, encontramos seis tendências com viés tecnológico que podem ser importantes para esse ano que começa daqui a duas semanas.

1. CV agora é digitalImpressora? O que é isso? Em que século estamos? E as árvores?
Seu CV digital pode ser um perfil no LInkedIn ou um blog pessoal. Se preferir, pode ainda ser um serviço contratado igual o Elance, que possibilita interagir com outros membros da rede e exibir seu portfólio com base em exemplos online. O Elance exibe também recomendações de colegas, prova irrefutável de sua competência.

“É o fim do CV impresso”, diz o CEO da Elance, Fabrio Rosati. “Eles são estáticos e ficam desatualizados com uma velocidade enorme” adverte.
Rosati diz que para 2011, as perspectivas de ser rastreado digitalmente antes de qualquer contato direto são imensas.

2. Sistemas móveisDurante todo o ano de 2010 ficou evidente que empresas e consumidores querem soluções que funcionem bem em dispositivos móveis e em desktops. Isso não passa despercebido por agências de RH digitais.
A Elance percebeu um aumento de 98% na demanda por aplicativos compatíveis com a plataforma móvel. Um forte indício de que as empresas irão lançar mais e mais dispositivos móveis.
Essa mudança terá reflexo direto na forma em que sites são programados. Para 2011 esperam-se sites de design mais enxuto e de fácil leitura. Algo que fique bem em uma tela de 3,5 polegadas.

3. Funcionário virtual trabalha de casaA cada ano, a comunicação derruba barreiras longamente vistas como impeditivo que certas tarefas fossem cumpridas a partir de qualquer lugar.
Bom, para 2011 essa tendência deve crescer. De acordo com a Elance, recursos de plataformas colaborativas, banda larga em níveis aceitáveis, telepresença e outras soluções virtuais poderá facilitar o chamado Home Office.

Se lembrarmos que, no começo de dezembro, a Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4505/08, que trata do Teletrabalho, e que ainda falta a aprovação do Senado, o tema será quente em 2011 também no Brasil.

4. A guerra Flash x HTML5Incrivelmente famoso e aceito em todas as plataformas de navegação, o HTML5 está muito próximo de se tornar o substituto do Flash na hora de entregar conteúdo interativo.
Mas, segundo informações da Elance, isso ainda não aconteceu.
Existe, isso é inegável, uma procura alta por programadores HTML5, mas o Flash continua na liderança, mesmo depois de ter perdido o apoio da Apple.

E não interessa quem vença essa luta, o HTML5 ou o Flash. Certo é que haverá demanda por programadores que atuem em um dos dois fronts. Escolha o seu lado.

5. Negócios, negócios; rede social a parte?As repetidas investidas da Google contra o Groupon podem ser o sinal mais evidente da necessidade de empresas comerciantes terem de investir em mídias sociais.

Para Rosati, isso se manifesta de formas diferentes. As companhias terão de investir mais em ferramentas para dar conta de sua interação social. Para tal, devem escolher profissionais de perfil altamente envolvido em ações desse tipo.

As vias de comércio devem se dar com base em relacionamento e usar as redes de contato do Facebook, do Twitter e de outras rodas digitais. Tudo para aproveitar o boca-a-boca que corre nesses meios.

Então uma das demandas principais será por gente que entende o valor dessa interação e saiba conduzir esse processo de maneira tranqüila, próxima ao consumidor/amigo/fã.
6. Aqui jaz o marketing tradicionalEm 2011, de acordo com a Elance, as empresas devem continuar migrando recursos originalmente usados em estratégias como o marketing direto e telemarketing.

O alvo, agora, serão as mídias digitais. E o trio escolhido para liderar essas investidas são os irmãos SEO (otimização de sites para motores de busca), SEM (investimento em links patrocinados) e SMM (marketing desenvolvido para acontecer dentro das mídias sociais).
“Qualquer empresa realmente interessada em participar da vida do consumidor, deverá estar onde este for. Nas redes sociais, nos sites de busca (Google e Bing) e na lista de amigos de meus amigos”, finaliza Rosati.

(Shane O'Neill)

Twitter lança site para ensinar empresas a anunciarem na rede social

A nova página esclarece as empresas sobre como se promover online, utilizando todos os serviços e recursos disponíveis.


Twitter for Business, este é o novo site lançado pelo Twitter para ensinar as empresas a aproveitarem todo o potencial de exposição, comunicação e negócios que a rede social pode oferecer.



Para facilitar a busca pelas dicas, a página foi organizada em três áreas:



1 - "Learn the Basics", para ensinar o que é o Twitter, qual o significado de alguns vocábulos próprios da rede social, como hashtag, por exemplo, dicas de como se comportar online e também como aproveitar ao máximo à mobilidade oferecida por dispositivos móveis.
Novo site do Twitter para auxiliar empresas



2 - "Optimize your Activity", exemplifica empresas com portfólios bem sucedidos, explicações sobre APIs e ensina como criar widgets personalizados para serem inseridos em sites corporativos.



3 - "Start Advertising" - é a grande novidade. Nela a equipe do Twitter explica como as corporações podem analisar a interação na rede, e planejar o uso de tuítes, perfis e trends topics promocionais. No site a empresa pode se cadastrar o interesse em anunciar no Twitter, através de uma das opções de ferramentas promocionais e o quanto estaria disposta desembolsar na ação.



O site business.twitter.com já está no ar. Para acessar, clique aqui.


Fonte: http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/12/15/twitter-lanca-site-para-ensinar-empresas-a-anunciarem-na-rede-social/

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

As relações de consumo na era da WEB


Sandra Turchi

A agilidade com que os clientes estão migrando para um relacionamento cada vez mais online é maior do que a capacidade das empresas se adaptarem a isso. Pode-se observar, por exemplo, o relacionamento com os bancos, o qual deve encerrar 2010 com 40% das transações sendo feitas pela internet, 23% por Call Center e 19% nas agências. Crescem também as conexões feitas via mobile, visto que mais de três bilhões de compras são feitas via celular no mundo. Para construir uma estratégia de comunicação eficiente com seus clientes a empresa obrigatoriamente deverá conhecer melhor os hábitos online dos mesmos, seja para comunicação, compras ou relacionamento.

(artigo para Revista Cliente S.A.)
Falando em compras é possível analisar dados que vão muito além do que o cliente comprou, como por exemplo, saber o processo de sua navegação, e o que ele deixou de adquirir, ou mesmo se tem utilizado sites de compras coletivas. Entender seu modelo de decisão é fundamental, pois através desse conhecimento suas ações na web poderão ser mais personalizadas e assertivas.

A prova de que as relações cliente-empresa se transferiram para a web é que o número de visitas aos sites das companhias cresceu muito, bem como as buscas que antecedem suas decisões, seja para realizar compras de produtos, viagens ou fazer um curso. Sabe-se que mais de 85% das pessoas pesquisam antes de tomar esse tipo de decisão, tornando a pesquisa uma das atividades de maior importância no mundo online. Além da grande quantidade de mensagens sendo trocadas via Twitter, tornando ainda mais veloz essa comunicação entre clientes e companhias.

Conhecendo seus hábitos, saberemos que o uso de ferramentas como o MSN elevam o tempo de navegação do internauta para aproximadamente 71 horas/mês ou que hoje, no mundo, há mais de um bilhão de pessoas nas redes sociais e mais de um milhão entrando na web, pela primeira vez, todos os dias, ou que há mais de 150 milhões de jogadores de games digitais no mundo. Não é possível ignorar esses números e esses movimentos quando se elabora uma estratégia de comunicação nos dias atuais, pois isso seria um grande equívoco.

Essas mudanças implicam também no relacionamento com outro público, o interno da empresa, os colaboradores, pois é preciso trazer temas que sejam do seu interesse para que passem a participar mais das discussões. Deve-se utilizar ferramentas que proporcionem maior interatividade, fazendo com que criem conteúdos colaborativos, tão comuns na web, mas pouco utilizados nas companhias. Caso contrário as famosas intranets continuarão com baixíssima visitação, não atendendo aos objetivos a que se propõem. Deve-se pensar em implantar redes sociais para publicar assuntos pertinentes ao dia-a-dia do funcionário, criar algo como um classificado online ou mesmo um programa de caronas, ou torneios esportivos, para que depois eles criem o hábito de visitação a esse espaço proporcionado pela empresa e esta possa inserir conteúdos que tenha interesse em compartilhar com suas equipes.

Estamos vivendo na era do cliente interativo, seja ele interno ou externo à empresa.

Fonte: http://www.sandraturchi.com.br/destaque/12/as-relacoes-de-consumo-na-era-da-web/

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Celebridades ganham de R$ 1,5 mil a R$ 20 mil por tuítes pagos

Ricardo Nogueira/Folha Imagem

Celebridades ou formadores de opinião da web ganham de R$ 1,5 mil a R$ 20 mil para postar conteúdo relacionado a uma marca em seus perfis do Twitter, segundo apurou a Folha.

E o valor pode subir às alturas: alguns apresentadores chegam a receber mais de R$ 50 mil por um pacote de tuítes pagos e outros famosos pedem R$ 20 mil por um único post, que não passa de 140 caracteres.

Nenhuma agência confirma oficialmente os valores pagos, mas elas falam das estratégias desse novo nicho do mercado.

Na hora do pagamento, existe um abismo entre os famosos e os formadores de opinião em determinados setores da internet. "Celebridades do 'mundo off-line' (artistas de TV e músicos, por exemplo) ganham mais, porque cobram mais. A celebridade brasileira está acostumada a altos cachês e, no Twitter, não é diferente", explica Pedro Araujo, planejamento digital e de redes sociais da Ogilvy.

"No caso das celebridades, são pagos cachês normais, como em qualquer campanha publicitária", conta Paulo Sanna, vice-presidente de criação da Wunderman.

Ana Maria Nubie, vice-presidente de atendimento da Agência Click Isobar, explica que o cachê é como o valor pago a modelos: "Tem o da modelo iniciante e tem o da Gisele [Bündchen]".
No caso das webcelebridades, o calibre é menor. "O preço cobrado tem relação direta com o número de seguidores", explica Araujo.

Nubie fala de uma abordagem diferenciada nesse caso: "Você pode fazer tipo uma ação com blogueiros e contratar um conjunto de blogueiros para fazer posts sobre sua marca."

"Quando você fala em celebridade, você está comprando a imagem da pessoa. Quando você fala em influenciador, você se aproxima de um agente, para que ele tenha uma boa experiência com a marca", explica Sanna, que conta que, para sua agência, não faz sentido simplesmente pagar para quem um agente fale de sua marca "sem ser autêntico".

PACOTES

O pagamento é feito por posts com referências à marca no Twitter --às vezes um pacote, às vezes apenas um. Araújo, da Ogilvy, afirma que, algumas vezes, o perfil de um tuiteiro é patrocinado por um período de tempo e pode ocorrer uso do papel de parede do perfil e da própria foto usada pela pessoa.

Um caso notável é o perfil do jogador Ronaldo (@ClaroRonaldo), patrocinado pela operadora de telefonia Claro.

Ronaldo em partida disputada no estadio do Pacaembu no mês de abril; o jogador fechou contrato com a Claro

Os tuíes comprados se dividem em duas categorias: os que deixam claro ser parte de uma propaganda e os ligeiramente disfarçados. Mas o disfarce é abominado em algumas agências.
"Não fazemos 'disfarçados'. A coisa tem que ser explícita, nada oculto. A política é essa, se não gera uma reação super negativa. O negócio é jogar pelas regras do jogo", diz Nubie, da Click Isobar.

"Depende do planejamento e estratégia da agência e do cliente o fato de ser ou não um tuíte disfarçado", explica Fabio Allves, da agência fri.to.

MARCA

Mas por que as empresas chegam a pagar R$ 20 mil por 140 caracteres?
Sanna, da Wunderman, explica que o valor de um tuíte de uma celebridade para a marca varia de acordo com a ação. "No geral, existe o benefício da criação de uma herança de conteúdo positivo deixada no Twitter", diz. Segundo ele, o conteúdo gerado permanece on-line por muito tempo e outros consumidores, ao procurar pela empresa, acabam tendo boas impressões.
Sanna também fala sobre o uso do Twitter como parte de um conjunto de ações: "Pensamos em um projeto maior, procuramos quem são as pessoas que podem representar a marca, o Twitter da pessoa acaba sendo uma consequência natural", conta.

Para Nubie, da Click Isobar, o atrativo dos tuítes dos famosos é associar a marca a uma personalidade: "Quando você tem uma personalidade inspiradora, ela traz alguns valores para um determinado grupo de pessoas. Por isso, as marcas procuram estar associadas a celebridades."

Além disso, o valor do Twitter como meio de divulgação influencia. "Os tuites trazem visibilidade em um meio em que todos os anunciantes querem estar."

Fonte: Folha de SP de 15/12/2010

Numerologia estratégica

“Cego em tiroteio” ou “perdido na selva”? Se você já se sentiu assim ao iniciar um planejamento de marketing online, a resposta pode estar mais perto do que você imagina.

Entender um site é mais do que investigar seus 4Ps, 4Cs ou 4Rs. É necessário entender os números por trás deste mistério. Felizmente, todo o usuário ao navegar por um site deixa um rastro de números e é aí que entramos em nossa missão de arquivologia. Porém não basta apenas colher estes números, é necessário que estes dados sejam traduzidos em um diálogo franco e esclarecedor entre você e seu site.

Quase todo o site tem um sistema próprio de análise de. Aos que não possuem, sugiro utilizar o Google Analytics. Por segurança, prefiro ter sempre o Google Analytics instalado mesmo que meu servidor ofereça um serviço de métricas. Informação e números em dobro não fazem mal a ninguém. Mas não se assustem com o volume de informações que alguns relatórios possam apresentar. Para começar um estudo aceitável, você pode acompanhar apenas 4 elementos. São eles: Impressões, Visitantes únicos, Áreas mais visitadas e Regiões de acesso.
Pronto, agora você tem uma boa massa de informações para começar sua análise. Mas deve estar se perguntando por que analisar estes números.

Abaixo vamos definir e exemplificar estes elementos para nos aproximar mais da realidade prática.

- Impressões (Impressions):
Definição: Contagem do número de páginas impressas (ou vistas). É importante não confundir com Pageviews (ou Número de Acessos) que é a quantidade de vezes que uma página é visualizada em algum navegador, incluindo a visualização de documentos e formulários.
Na prática: É com este número que o seu site ganha uma comprovação efetiva de visitação ao seu produto ou conteúdo. Com ele você pode argumentar, por exemplo, a importância de um anunciante investir em seu site.

- Visitantes únicos (Unique visitors):
Definição: Número de usuários únicos contabilizados pelo seu IP, não levando em consideração a quantidade de vezes que ele retorna a página na mesma navegação.

Na prática: É o número exato de visitantes ou possíveis consumidores que transitam pelo seu site. Este número pode ajudar a entender se o volume de mídia que você está investindo está bem aplicado ou se a campanha obteve sucesso.

- Áreas mais visitadas:
Definição: Como o próprio nome diz é o ranking das áreas mais visitadas, estabelecido pela quantidade de pageviews que cada uma alcança em determinado período de tempo.
Na prática: Talvez este seja o ponto mais importante desta análise. Aqui é onde sabemos se o seu site atende a dois fatores que julgo importante:

1) Apresentação estratégica de conteúdo / produto;

2) Ato intuitivo de consumo.

Se o consumidor entender, ele consome. Compare se as páginas mais visitadas seguem a seqüência de conhecimento e consumo que você projetou. Compare estes dados por 3 meses e ao primeiro sinal de desencontro de expectativas, faça uma revisão severa de navegação em seu site.

- Regiões de acesso:

Definição: A informação mais bem clara que pude observar deste tipo de análise é a feita pelo Google Analytics. Nele podemos observar perfeitamente de que cidade, estado ou país os visitantes vieram.
Na prática: Ser observado por regiões diferentes das que você projetou para atender, pode ser uma oportunidade de expansão para novos mercados. Outro ponto é constatar que sua estratégia de mídia teve um resultado efetivo em uma ação de múltiplas regiões.
Em uma campanha de E-mail Marketing a análise de resultados, combinada com os dados de navegação, são fortes aliados na tomada de decisões que podem ser vitais.

Saber quantas pessoas abriu os seus e-mails, quem clicou e principalmente como este movimento impactou no seu site.

O E-mail trás consigo um grande aliado que é o fato da possibilidade de atuar de forma segmentada, o que em outras palavras significa comunicar conteúdos específicos para públicos que são sensíveis a comunicação. Lembrem-se que eles pediram para receber este conteúdo, eles estão um clique de consumir seus produtos.
Cruzem dados, vejam quantas pessoas, que clicaram em suas ações, consumiram de fato. Passe a atuar dentro do comportamento e hábitos de seus clientes.

Amigos, estas análises devem ser compartilhadas mensalmente com seus colaboradores de forma que as movimentações reparatórias possam ser feitas em seu planejamento estratégico. Seja na melhora de alguns aspectos estruturais em seu site ou realinhando sua comunicação via e-mail marketing.

Entenda os números, faça-os trabalhar a seu favor.

Gustavo Pereira“Cego em tiroteio” ou “perdido na selva”? Se você já se sentiu assim ao iniciar um planejamento de marketing online, a resposta pode estar mais perto do que você imagina.



Entender um site é mais do que investigar seus 4Ps, 4Cs ou 4Rs. É necessário entender os números por trás deste mistério.
Felizmente, todo o usuário ao navegar por um site deixa um rastro de números e é aí que entramos em nossa missão de arquivologia. Porém não basta apenas colher estes números, é necessário que estes dados sejam traduzidos em um diálogo franco e esclarecedor entre você e seu site.

Quase todo o site tem um sistema próprio de análise de. Aos que não possuem, sugiro utilizar o Google Analytics. Por segurança, prefiro ter sempre o Google Analytics instalado mesmo que meu servidor ofereça um serviço de métricas. Informação e números em dobro não fazem mal a ninguém. Mas não se assustem com o volume de informações que alguns relatórios possam apresentar. Para começar um estudo aceitável, você pode acompanhar apenas 4 elementos. São eles: Impressões, Visitantes únicos, Áreas mais visitadas e Regiões de acesso.
Pronto, agora você tem uma boa massa de informações para começar sua análise. Mas deve estar se perguntando por que analisar estes números.

Abaixo vamos definir e exemplificar estes elementos para nos aproximar mais da realidade prática.

- Impressões (Impressions):
Definição: Contagem do número de páginas impressas (ou vistas). É importante não confundir com Pageviews (ou Número de Acessos) que é a quantidade de vezes que uma página é visualizada em algum navegador, incluindo a visualização de documentos e formulários.
Na prática: É com este número que o seu site ganha uma comprovação efetiva de visitação ao seu produto ou conteúdo. Com ele você pode argumentar, por exemplo, a importância de um anunciante investir em seu site.

- Visitantes únicos (Unique visitors):
Definição: Número de usuários únicos contabilizados pelo seu IP, não levando em consideração a quantidade de vezes que ele retorna a página na mesma navegação.

Na prática: É o número exato de visitantes ou possíveis consumidores que transitam pelo seu site. Este número pode ajudar a entender se o volume de mídia que você está investindo está bem aplicado ou se a campanha obteve sucesso.

- Áreas mais visitadas:
Definição: Como o próprio nome diz é o ranking das áreas mais visitadas, estabelecido pela quantidade de pageviews que cada uma alcança em determinado período de tempo.
Na prática: Talvez este seja o ponto mais importante desta análise. Aqui é onde sabemos se o seu site atende a dois fatores que julgo importante:

1) Apresentação estratégica de conteúdo / produto;

2) Ato intuitivo de consumo.

Se o consumidor entender, ele consome. Compare se as páginas mais visitadas seguem a seqüência de conhecimento e consumo que você projetou. Compare estes dados por 3 meses e ao primeiro sinal de desencontro de expectativas, faça uma revisão severa de navegação em seu site.

- Regiões de acesso:

Definição: A informação mais bem clara que pude observar deste tipo de análise é a feita pelo Google Analytics. Nele podemos observar perfeitamente de que cidade, estado ou país os visitantes vieram.
Na prática: Ser observado por regiões diferentes das que você projetou para atender, pode ser uma oportunidade de expansão para novos mercados. Outro ponto é constatar que sua estratégia de mídia teve um resultado efetivo em uma ação de múltiplas regiões.
Em uma campanha de E-mail Marketing a análise de resultados, combinada com os dados de navegação, são fortes aliados na tomada de decisões que podem ser vitais.

Saber quantas pessoas abriu os seus e-mails, quem clicou e principalmente como este movimento impactou no seu site.

O E-mail trás consigo um grande aliado que é o fato da possibilidade de atuar de forma segmentada, o que em outras palavras significa comunicar conteúdos específicos para públicos que são sensíveis a comunicação. Lembrem-se que eles pediram para receber este conteúdo, eles estão um clique de consumir seus produtos.
Cruzem dados, vejam quantas pessoas, que clicaram em suas ações, consumiram de fato. Passe a atuar dentro do comportamento e hábitos de seus clientes.

Amigos, estas análises devem ser compartilhadas mensalmente com seus colaboradores de forma que as movimentações reparatórias possam ser feitas em seu planejamento estratégico. Seja na melhora de alguns aspectos estruturais em seu site ou realinhando sua comunicação via e-mail marketing.

Entenda os números, faça-os trabalhar a seu favor.

Gustavo Pereira acumula uma enorme bagagem prática: desde 1997, trabalhou em alguns dos sites pioneiros do Brasil, como O Elefante, O Carteiro, Via Global e Central de Desejos. Foi Gerente de Planejamento da Homewebbing, agência especializada em Marketing Digital. Gustavo é especialista em publicidade e planejamento online, campanhas de marketing viral, métricas online, buzz marketing, além de ministrar aulas de Marketing Digital na Pós-graduação de Mídias Digitais do Instituto Infnet. Atualmente é o Gerente da Filial Rio da Dinamize, empresa especializada em softwares de comunicação

Fonte: http://www.emmbrasil.com/blog/2009/08/numerologia-estrategica/

O básico do e-mail Marketing

Segundo a Wikipédia “e-mail marketing é a utilização do e-mail como ferramenta de marketing direto”.

O que não é uma mentira, porém acho que resume demais a definição de ferramenta tão eficaz. E-mail marketing é integração, é comunicação raciocinada!

Basicamente, posso citar algumas funcionalidades, como: relacionamento com clientes; geração de tráfego; estímulo à compra; interatividade; mensurabilidade; baixo custo de produção e disparo; altos índices de retorno

Alguns outros fatores fazem do e-mail uma ferramenta de Marketing muito poderosa, por exemplo:

- Objetividade: Ele vai ao íntimo do seu consumidor;

- Interatividade: Permite a decisão do consumidor;

- Mensurabilidade: Podemos metrificar cada ação feita. Nada escapa dos números;

Aos que vão se aventurar, recomendo algumas dicas para a criação de um e-mail marketing politicamente correto.

(Dica 1) Tamanho e dimensão do e-mail marketing:
- HTML no máximo: 20kb (preferencialmente 10kb).
- Imagens no máximo: 45kb (preferencialmente 20kb).
- HTML + Imagens: 50kb (preferencialmente 25kb).
- Largura da peça: 450px a 550px (preferencialmente 500px).
- Deixe a altura o menor possível para evitar a rolagem.

(Dica 2) Imagens.
- Devem vir em links absolutos e estar hospedadas em um servidor.
- Usar tag ALT. Garanta para quem não visualiza imagens tenha uma idéia do que estaria ali.

(Dica 3) Links:
- Urls pequenas e intuitivas. É Melhor: www.dominio.com.br/campanha do que www.dominio.com.br/f452005/clientecorp/mpr/123
- Use o target = “_blank”.
- Uso moderado de links. Quanto menos, melhor.

(Dica 4) Tem que ter:
- Link de “caso não visualize” (Cuidado com fonte branca, pois na ausência do background, o seu texto pode dar a impressão que sumiu).
- Link de optout (possibilitar o descadastro também por reply).
- E-mail de resposta válido. Se você envia o e-mail deve possibilitar que a pessoa responda este e-mail.

(Dica 5) Não pode ter:
- Flash;
- JavaScript;
- iframe, ilayer, divs absolutas;
- Vídeo;
- Anexos.

(Dica 6) Formulários:
- Não utilize formulários em um e-mail, prefira um link para ele preencher no seu site o formulário.

(Dica 7) Conteúdo Pertinente:
- Saiba o motivo que leva o cliente a comprar seu produto;
- Fale diretamente com o cliente;
- Cumpra a promessa. Assunto (Subjetc) honesto;
- Não arrisque, o nome de uma empresa está em jogo.

Bom, não podia deixar de fora o resumo de Boas Maneiras sugerido pela ABEMD (Associação Brasileira de Marketing Direto):

1 – Ética.

2 – Opt in.

3 – Opt out.

4 – Clareza nos termo de aceite.

5 – Tamanho dos arquivos.

6 – Auto-executáveis.

7 – Relevância.

8 – Freqüência.

9 – Política de relacionamento.

Bom, cuidem do mercado, pratiquem as Boas Práticas do e-mail Marketing e ajudem a extinguir o SPAM das nossas caixas de e-mail.

Gustavo Pereira acumula uma enorme bagagem prática: desde 1997, trabalhou em alguns dos sites pioneiros do Brasil, como O Elefante, O Carteiro, Via Global e Central de Desejos. Foi Gerente de Planejamento da Homewebbing, agência especializada em Marketing Digital. Gustavo é especialista em publicidade e planejamento online, campanhas de marketing viral, métricas online, buzz marketing, além de ministrar aulas de Marketing Digital na Pós-graduação de Mídias Digitais do Instituto Infnet. Atualmente é o Gerente da Filial Rio da Dinamize, empresa especializada em softwares de comunicação.

Fonte: http://www.emmbrasil.com/blog/2009/08/o-basico-do-e-mail-marketing/

E Ben Self do Obama me deu razão

Dia desses entrei numa acalorada discussão sobre internet com um dos caras que mais admiro neste mercado. E ousei mencionar que o e-mail marketing é uma das duas ferramentas contratáveis na internet que fazem o fone tocar e a caixa registradora tilintar. E que o e-mail marketing é a única promocional que faz a grana entrar em 24 hs de forma realmente violenta.

Quase fui digitalmente crucificado.

Mas eu não estava chutando. Estava citando um relatório, sobre a origem das vendas on line. Em toda a pizza do relatório, só havia as duas ferramentas, busca e e-mail marketing. E as duas, nesta ordem, eram as principais origens de venda on line. Seguidas depois de revista, TV, rádio, site e etc.

Então foi com grata surpresa que li hoje a notícia do IDG Now, “Web 2.0? Ferramenta mais importante na campanha online de Obama foi e-mail” . Nela, descobrimos que ontem em São Paulo Ben Self se confessou surpreso ao perceber, que apesar de utilizar diversas ferramentas como You Tube, Redes Sociais e etc, o e-mail marketing foi responsável por 2/3 da arrecadação on line da campanha de Barack Obama. Dois Terços galera, dois terços.

Não deveria ser surpresa. Tenho repetido Brasil afora em palestras e por escrito que a matemática é simples. Com todo mundo on line (no Brasil já somos 62 milhões) é preciso entender que o e-mail segue sendo a âncora, o gateway do internauta. Nas empresas é através do e-mail que circula todo o trabalho produtivo. Então são 8hs no mínimo com o Outlook aberto checando a caixa postal. É óbvio que uma comunicação por este meio tem pronta visualização e resposta. Se bem feita.

Relevante. Ben Self e a Blue State Digital tinham público pertinente e tinham conteúdo quente, 2 pré-requisitos para o resultado do e-mail marketing.

Mais do que isso a situação toda (o puxão de orelha que levei e minha salvação via Ben Self) ilustra o que mais tem me preocupado. A falta de atenção de empresas e agências à esta poderosa ferramenta de comunicação, que pode tanto encher a caixa registradora quanto detonar a marca. As agências, em sua maioria, não recomendam o e-mail marketing, o fazem por demanda do cliente. E assim, não exploram todas as possibilidades de resultado do e-mail.

E as empresas, discriminam o e-mail marketing. E com isso, com freqüência, o deixam na mão de setores errados, como o comercial por exemplo. Enquanto todo o resto da comunicação está no departamento de promoção e/ou marketing.

Com este depoimento e com a iminente criação do Conselho Superior de E-mail Marketing no Brasil, e seu conselho de ética ficamos todos na expectativa. De que a cultura a respeito do e-mail marketing avance, ajudando empresas e suas marcas.

Quanto ao meu colega de mercado ? Minha admiração por ele não reduziu em nada. Eu entendo. Ele justamente comparava o e-mail marketing com N ferramentas que se aplicam hoje à presença on line de empresas. E de fato, elas são de extrema relevância. Mas não na área promocional, como é o e-mail marketing. Aí ele é IMBATÍVEL. E antes de tudo admiro meu colega pelo debate.

E tenho dito! Ou melhor, e Ben Self disse!! By Obama results…

Jonatas Abbott

Fonte: http://www.emmbrasil.com/blog/2009/08/e-ben-self-do-obama-me-deu-razao/

Mem at work – O multiplicador de e-mail marketing

Imagine a seguinte cena: o sujeito recebe uma mala-direta pelo correio. Abre e gosta do conteúdo. E gosta tanto que faz dezenas de cópias e sai distribuindo para os amigos.

Essa cena insólita, difícil de conceber no mundo físico, acontece diariamente no mundo virtual. É o Multiplicador de E-Mail Marketing, que vou chamar de MEM. Já deixei assim mesmo, com as iniciais maiúsculas, pois, para mim, é o nome de uma nova espécie de público. E a melhor que pode existir para quem faz e-mail marketing.

Praticamente toda empresa tem uma parcela de seu público que é, ou tem potencial para ser, MEM. São verdadeiros promotores da sua empresa. Ou concorrentes. Pois, quando um indivíduo apresenta taxas de abertura do e-mail absurdamente altas em relação à média dos demais é isso o que aconteceu: ou ele é seu concorrente – e distribuiu seu e-mail para analisar sua estratégia – ou amou o que viu e encaminhou aos seus amigos. E, neste caso, a abertura de cada e-mail encaminhado é contabilizada para o Multiplicador pois, na verdade, é o e-mail dele que está sendo monitorado pelos sistemas de envio e gerenciamento de e-mail marketing.

Os Multiplicadores legítimos brotam no campo fértil de uma boa ação de e-mail marketing. Uma mensagem inteligente, uma grande sacada, um preço atraente. Enfim, algo que valha a pena ser multiplicado. Se você faz isso, então qualquer ferramenta de e-mail marketing decente permite, em uma simples olhada, identificá-los. As empresas vêm agregando inteligência aos dados obtidos das ações de e-mail marketing. Através de Data Base Marketing e Business Intelligence traçam diversos perfis, fazem diversos cruzamentos. Conseguem, com isso, fazer sua comunicação ser cada vez mais pertinente e eficaz. Porém, inteligência, sem criatividade, não faz, necessariamente, os Multiplicadores brotarem. E, quando brotam, são geralmente desprezados ou subestimados. Ficam enquadrados em perfis com os quais, de fato, têm aderência. E permanecem na mesma categoria dos demais indivíduos desses perfis.

Como mencionei anteriormente, quando uma mensagem é enviada por uma boa ferramenta de e-mail marketing, e ela é encaminhada para várias pessoas, todas as aberturas desse e-mail contam para o destinatário original. Inclusive, se a mensagem for re-encaminhada. Logo, um novo MEM pode, também, estar oculto entre as pessoas com as quais o destinatário original da sua mensagem se relaciona. Neste caso, é importante convidar quem recebeu a mensagem encaminhada a cadastrar seu endereço de e-mail no site da empresa. Creio que isso pode ser feito em um texto padrão no rodapé ou em algum outro campo da mensagem.

Ao falar sobre o MEM percebo um grande potencial de geração de resultado, mas não vejo muito respaldo na vida real. E não sei exatamente o que pode ser feito com ele. Mas sei que algo deve ser feito. Você, gestor de marketing ou comunicação, tem à sua disposição uma legião de pessoas dispostas a difundir sua mensagem por livre e espontânea vontade. O que você faz com elas? O que você faz para elas?

Essa é a resposta a ser formulada. Esse é o desafio. Mas há de se ter cuidado. O MEM é, ele mesmo, uma mídia social na Internet. E a propaganda quando flerta com redes sociais é como uma prostituta piscando para um religioso. O Marcelo Tas fez do seu twitter um veículo de propaganda para uma grande operadora de telefonia e os puristas das mídias sociais torceram o nariz. O fato é que alguns religiosos levantam o hábito não apenas para usar o vaso sanitário. E essa polêmica serviu para, habilmente, potencializar o buzz em torno do fato e, claro, deixar a marca – dele e do anunciante – ainda mais em evidência.

Fiz a pergunta e tenho uma sugestão: eu começaria reconhecendo o meu MEM. Daria a ele um status, não de multiplicador da minha marca, mas de cliente vip. Um cliente que minha empresa quer consultar antes de realizar alguma ação e/ou logo após fazê-la. Um cliente cuja opinião é mais relevante que a opinião dos outros. Um cliente a quem vou dar informações previamente, destacando-o dos demais. Esse reconhecimento e valorização podem estreitar ainda mais seu relacionamento com o Multiplicador e, assim, não apenas mantê-lo cada vez mais ativo, como perpetuar sua espécie. Há MEM.

Por Rodrigo de Almeida

Fonte: http://www.emmbrasil.com/blog/2009/08/mem-at-work-o-multiplicador-de-e-mail-marketing/