terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Mem at work – O multiplicador de e-mail marketing

Imagine a seguinte cena: o sujeito recebe uma mala-direta pelo correio. Abre e gosta do conteúdo. E gosta tanto que faz dezenas de cópias e sai distribuindo para os amigos.

Essa cena insólita, difícil de conceber no mundo físico, acontece diariamente no mundo virtual. É o Multiplicador de E-Mail Marketing, que vou chamar de MEM. Já deixei assim mesmo, com as iniciais maiúsculas, pois, para mim, é o nome de uma nova espécie de público. E a melhor que pode existir para quem faz e-mail marketing.

Praticamente toda empresa tem uma parcela de seu público que é, ou tem potencial para ser, MEM. São verdadeiros promotores da sua empresa. Ou concorrentes. Pois, quando um indivíduo apresenta taxas de abertura do e-mail absurdamente altas em relação à média dos demais é isso o que aconteceu: ou ele é seu concorrente – e distribuiu seu e-mail para analisar sua estratégia – ou amou o que viu e encaminhou aos seus amigos. E, neste caso, a abertura de cada e-mail encaminhado é contabilizada para o Multiplicador pois, na verdade, é o e-mail dele que está sendo monitorado pelos sistemas de envio e gerenciamento de e-mail marketing.

Os Multiplicadores legítimos brotam no campo fértil de uma boa ação de e-mail marketing. Uma mensagem inteligente, uma grande sacada, um preço atraente. Enfim, algo que valha a pena ser multiplicado. Se você faz isso, então qualquer ferramenta de e-mail marketing decente permite, em uma simples olhada, identificá-los. As empresas vêm agregando inteligência aos dados obtidos das ações de e-mail marketing. Através de Data Base Marketing e Business Intelligence traçam diversos perfis, fazem diversos cruzamentos. Conseguem, com isso, fazer sua comunicação ser cada vez mais pertinente e eficaz. Porém, inteligência, sem criatividade, não faz, necessariamente, os Multiplicadores brotarem. E, quando brotam, são geralmente desprezados ou subestimados. Ficam enquadrados em perfis com os quais, de fato, têm aderência. E permanecem na mesma categoria dos demais indivíduos desses perfis.

Como mencionei anteriormente, quando uma mensagem é enviada por uma boa ferramenta de e-mail marketing, e ela é encaminhada para várias pessoas, todas as aberturas desse e-mail contam para o destinatário original. Inclusive, se a mensagem for re-encaminhada. Logo, um novo MEM pode, também, estar oculto entre as pessoas com as quais o destinatário original da sua mensagem se relaciona. Neste caso, é importante convidar quem recebeu a mensagem encaminhada a cadastrar seu endereço de e-mail no site da empresa. Creio que isso pode ser feito em um texto padrão no rodapé ou em algum outro campo da mensagem.

Ao falar sobre o MEM percebo um grande potencial de geração de resultado, mas não vejo muito respaldo na vida real. E não sei exatamente o que pode ser feito com ele. Mas sei que algo deve ser feito. Você, gestor de marketing ou comunicação, tem à sua disposição uma legião de pessoas dispostas a difundir sua mensagem por livre e espontânea vontade. O que você faz com elas? O que você faz para elas?

Essa é a resposta a ser formulada. Esse é o desafio. Mas há de se ter cuidado. O MEM é, ele mesmo, uma mídia social na Internet. E a propaganda quando flerta com redes sociais é como uma prostituta piscando para um religioso. O Marcelo Tas fez do seu twitter um veículo de propaganda para uma grande operadora de telefonia e os puristas das mídias sociais torceram o nariz. O fato é que alguns religiosos levantam o hábito não apenas para usar o vaso sanitário. E essa polêmica serviu para, habilmente, potencializar o buzz em torno do fato e, claro, deixar a marca – dele e do anunciante – ainda mais em evidência.

Fiz a pergunta e tenho uma sugestão: eu começaria reconhecendo o meu MEM. Daria a ele um status, não de multiplicador da minha marca, mas de cliente vip. Um cliente que minha empresa quer consultar antes de realizar alguma ação e/ou logo após fazê-la. Um cliente cuja opinião é mais relevante que a opinião dos outros. Um cliente a quem vou dar informações previamente, destacando-o dos demais. Esse reconhecimento e valorização podem estreitar ainda mais seu relacionamento com o Multiplicador e, assim, não apenas mantê-lo cada vez mais ativo, como perpetuar sua espécie. Há MEM.

Por Rodrigo de Almeida

Fonte: http://www.emmbrasil.com/blog/2009/08/mem-at-work-o-multiplicador-de-e-mail-marketing/

Pequenas empresas podem crescer com e-mail marketing

Pequenas empresas podem impulsionar o seu crescimento por intermédio da promoção através do e-mail marketing, de acordo com um especialista.

O marketing eficaz pode ser a diferença entre o sucesso eo fracasso de uma empresa em crescimento, disse Eric Bailey em Helium.com.

Ele disse que a simplicidade de coleta de dados do cliente e da criação de bases de dados de negócios considerável feita e-mail a ferramenta de marketing mais user-friendly disponível.

"É da maior importância para manter os endereços de e-mail de quem fornecer voluntariamente. Isso permite então que depois de comunicação para toda sua base de clientes anteriores, de forma gratuita, com a mesma mensagem unificada", disse Bailey.

O envio de newsletters conhecimento em uma base regular é a melhor forma de envolver um público-alvo ", acrescentou.

Robert Dirskovski, ex-chefe de mídia interativa da Direct Marketing Association, explicou que o e-mail marketing é muito mais segmentada do que a abordagem tradicional mail sem solução, permitindo às empresas aumentar as suas taxas de resposta.

Fonte: http://www.equimedia.co.uk/index.php?id=98&article=19837776

Cresce o uso do e-mail marketing

Pesquisa confirma a expansão da ferramenta no Brasil.

A Dinamize e a WBI Brasil em parceria com a Focal Pesquisa realizaram a 4ª edição da pesquisa ?

O uso do e-mail marketing nas corporações brasileiras.? O Estudo revela que 71,5% das empresas desenvolvem ações de e-mail marketing promocionais em 2009. Foram entrevistados mais de 2,8 mil profissionais de empresas brasileiras localizadas nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, e Porto Alegre, do setor de serviços (60,1%), comércio (16,3%) e indústria (7,6%).

O estudo mostra que o maior índice de envios de e-mail é semanal, respondendo por 30,2% das respostas. Já 19,9% fazem envios mensais. 15,1% quinzenas e 13,7% envios diários. O dia preferido por 32,7% para disparar é terça-feira. Durante a pesquisa, 70,8% dos entrevistados afirmaram que efetivaram compras online ou contrataram algum serviço após recebimento de e-mail marketing.

“?A pesquisa confirma evolução do e-mail marketing como mídia de resultado e de alto impacto e aponta dois fatores importantes: o amadurecimento das empresas relacionado à capacidade de produzir e enviar e-mails em maior quantidade mensal, e confirma a popularização da internet com a entrada das classes C e D?”, explica Jonatas Abbott, diretor executivo da Dinamize.

Jonatas ainda revela que o amadurecimento das empresas em relação ao envio eleva a expectativa de combate ao spam com o Código de Autorregulamentação do E-mail Marketing. ?Com as empresas evoluindo neste tipo de mídia difunde-se um de seus principais conceitos, a pertinência da base de destinatários?.

Fonte: http://www.emmbrasil.com/blog/2010/08/entrevista-com-dinamize-na-revista-proxxima-cresce-o-uso-do-e-mail-marketing/

Email Marketing : qual é o tempo médio de leitura de uma mensagem ?

A Litmus, uma empresa de tecnologia especializada em Email Analytics, divulgou recentemente algumas estatísticas interessantes baseadas em snippets inclusos em códigos HTML que vão embarcados nas peças de email marketing disparadas pelas mais diversas ferramentas disponíveis no mercado. Segundo a empresa, mais de 4 milhões de emails foram rastreados para se chagar aos valores obtidos.

Vale lembrar que os valores abaixo mencionados dizem respeito, única e exclusivamente, a mensagens que foram abertas obviamente pelos seus destinatários :

•51,1% das pessoas que recebem uma mensagem de email marketing levam em média dois segundos para lê-la antes de apagá-la;

•em campanhas de email marketing com altas taxas de abertura, 77% das pessoas lêem uma mensagem de email completamente;

•em média, 0,12% dos destinatários imprimem uma mensagem de email marketing pelo seu cliente de email;

•0,63% das mensagens de email marketing enviadas são encaminhadas para outras pessoas, sendo que em campanhas de marketing viral esse percentual pode chegar até 9% da base de emails enviada.

(New Email Metrics: Two seconds to make an impression)

Fonte : http://www.marketingradar.com.br/mmkt/2010/07/14/email-marketing-qual-e-o-tempo-medio-de-leitura-de-uma-mensagem/

E-mail Marketing : 7 Erros comuns durante o envio de testes

Por Maximiliano Ferreira, Executivo de contas da Dinamize

O teste é uma importante etapa durante o processo que envolve o envio de email marketing. “Há um custo para os testes ruins”, diz Corey Trent, analista de pesquisa da MarketingExperiments. “Hipóteses baseadas em testes ruins podem lhe custar muito dinheiro e fazer você perder muitos negócios”.

Trent é um membro que realiza testes de email da equipe de pesquisa da MarketingExperiments. Através deste trabalho, ele vê erros, equívocos e simples descuidos que podem inviabilizar uma estratégia de marketing bem-intencionada.

Pedimos à ele para compartilhar seus conselhos para evitar as armadilhas durante os testes, para que possamos atingir o seu objetivo de melhorar o desempenho dos envios de email marketing. Aqui estão sete erros comuns que ele observou:

Erro 1: Não ter uma análise por trás de seus testes.

Em alguns casos, os donos do negócio devem reconhecer que eles não estão prontos para os testes de email marketing, diz Trent. Em particular, diz ele, os pequenos empreendedores não têm processos ou sistemas analíticos para visualizar um perfil completo dos dados – você deve ser capaz de aliar suas métricas de email marketing para os objetivos do seu negócio. Algumas ferramentas como o Google Analytics são capazes de identificar esses dados.

Erro 2: Não segmentar as listas de email marketing para os testes

Muitos comerciantes têm grandes bases de email, mas não sabem muito sobre os registros que estão lá. Nesses casos, eles podem realizar um teste de email marketing usando o seu banco de dados inteiro – e obter resultados insatisfatórios.

“Sem listas segmentadas você não conseguirá bons resultados nos testes”, disse Trent. “Você terá todas essas pessoas que respondem de forma diferente para seus emails, que inclinarão os seus resultados para todos os lados.”

Gaste o tempo que for necessário para segmentar usa base de emails e entenda as diferenças dos segmentos antes de começar os testes. Quanto mais você souber sobre cada segmento dentro do seu banco de dados antes dos testes, mais chances você terá de encontrar as informações mais valiosas ali contidas.

Erro 3: Interromper os testes após um ótimo resultado

A composição de suas listas de email está sempre mudando. Fatores externos tais como a economia, assim como o comportamento dos destinatários da lista e a estratégia de seus concorrentes estão sempre em mudança.

Este estado constante de mudança significa que você deve sempre alterar o formato das mensagens, a disposição, o “call-to-action” e outros elementos de suas mensagens de email marketing para garantir que você está obtendo ótimos resultados em seus testes.

Erro 4: Testes com demasiada frequência

Por outro lado, ao invés de você interromper seus testes no melhor momento de suas campanhas, está o envio demasiado de mensagens para a sua base de emails. Ao encontrar a frequência ideal para o envio de seus emails, analise sobre os testes que deseja executar e o seu impacto. Concentre-se naqueles registros que têm o maior potencial sobre seus objetivos de negócio.

Erro 5: Analisar superficialmente as versões de envio

Hoje em dia, as mensagens de email marketing são tão versáteis que os webdesigners têm uma riqueza de opções para testar: alterações de layout, imagens, fontes, cores, integração com redes sociais e assim por diante.

Mas a capacidade de ajustar esses elementos podem fazer esquecer os webdesigners sobre uma velha prática: testar cada versão da peça.

Pequenas mudanças podem proporcionar resultados surpreendentes, por isso mantenha-os intactos durante os testes.

Erro 6: Sempre testar o mais, ao invés do menos

A pressão para gerar mais envolvimento com a base de emails pode levar os donos do negócio a testar continuamente novos recursos em seus emails: mais imagens, mais botões, links ou mais cor. Adiconar muitos recursos pode confundir seus destinatários, prejudicando na taxa de conversão da sua ação de email marketing.

Ao focar uma mensagem em um único objetivo – como convidando os destinatários a um evento ou gerar vendas dentro de uma categoria de produto específico – você poderá checar se há elementos estranhos que possam distrair os destinatários a realizar o objetivo desejado. Você pode então aquilo que distrai seus destinatários durante o envio da mensagem.

Erro 7: Não seguir as sugestões de seus clientes.

Trent recomenda falar com vendedores para saber o que estamos ouvindo dos clientes. O feedback destas equipes em receber informações de seus clientes sobre seus produtos e serviços – ou por que eles o escolheram para comprar de você – pode lançar ideias para novas linhas de assunto, versões diferentes de peças de email marketing ou produtos específicos.

“Não tenha medo de descer e falar com as pessoas para conseguir algumas boas idéias.”

Marketing Sherpa

Fonte:
http://www.emmbrasil.com/blog/2010/08/e-mail-marketing-7-erros-comuns-durante-o-envio-de-testes/

Como usar o e-mail marketing de maneira estratégica nas pequenas empresas

Qual a maneira mais eficaz para se comunicar com sua base de clientes? A resposta para esta pergunta depende de diversas variáveis, uma mistura equilibrada de estratégicas certamente trará os melhores resultados. As opções são muitas: redes sociais, mala direta, comunicação por e-mail ou telefone e o e-mail marketing, que é o assunto do post de hoje do Pensando Grande. Já falamos aqui no Pensando Grande sobre redes sociais e outras técnicas para aproximação de clientes.

Mas será que o e-mail marketing é uma estratégia adequada para pequenas empresas? Jonatas Abbott, diretor executivo da Dinamize,empresa especializada na área garante que sim. “O e-mail marketing é a ferramenta promocional mais poderosa da internet e com preço acessível. Sendo, portanto, uma forma de comunicação que atende a todos os tamanhos de empresas. Notadamente tendo um impacto muito superior para micro e pequenas empresas que através da internet conseguem estender seu braço comercial utilizando formas de comunicação de alto impacto como o e-mail marketing”, afirma o executivo.

O segredo do sucesso nesta ação está muito relacionado a como fazer. Dados da Jupiter Research apontam que as taxas médias de leitura de um e-mail marketing, clique para o site e conversão em vendas estão diretamente relacionadas às estratégias utilizadas. A taxa de leitura pode variar de 20% para e-mails disparados para toda a base a 33% nos envios segmentados pela análise de cliques do público. As estatísticas dependem bastante da base utilizada, do produto e do comunicado que está sendo feito. “Uma taxa média de leitura é de 12% e de cliques de 6% sobre os lidos. Isso não é nada ruim, mas temos casos de e-mail enviado a base de representantes de uma indústria com taxas de 70% de leitura e 80% de cliques”, explica Abbott. Isto acontece pois a lista de representantes é de “alta temperatura”, ou seja, os destinatários estão mais propensos a serem impactados, já uma lista de prospects é de “baixa temperatura”, as pessoas estão menos condicionadas a lerem aquele comunicado.

Estratégias certeiras

O primeiro passo em uma ação de e-mail marketing é responder à pergunta: quem receberá meu comunicado? “É importante ressaltar que para se obter resultado com o e-mail marketing é muito importante que pequenas empresas construam ou usem uma base de destinatários pertinentes e de relacionamento com a sua marca. É um erro comum empresas tentarem adquirir bases”, avalia Abbott. A dica do especialista é que as pequenas empresas construam ao longo do tempo uma base relevante, condição fundamental para o resultado do e-mail marketing.

Com a base definida é preciso estudar qual melhor conteúdo, ou seja, o que será informado aos clientes. Neste momento existem duas frentes para serem analisadas: título e o corpo do e-mail. “Um título criativo instiga o leitor a abrir o e-mail. Criatividade. O título pode ser comparado a capa de uma revista importante da empresa. As primeiras coisas que o destinatário lê são o remetente, o título e os primeiros centímetros da peça de e-mail. Estes três itens são cruciais e devem ser pensados com foco no tipo de promoção e de base de e-mails”, analisa Abbott.
A dica do especialista é fugir do lugar comum e evitar aquela barra enorme com a marca da empresa e ir direto ao assunto. “Os olhos do destinatário passarão pelos três itens, remetente, título e primeiros centímetros da peça , em frações de segundo. Portanto é fundamental que o conteúdo de maior impacto seja colocado nos primeiros centímetros da peça de e-mail marketing”, ensina Abbott. Pedimos ao especialista algumas dicas para uma ação de sucesso, confira abaixo:

E-mail marketing disparado, ação finalizada, certo? Não, errado! Agora vem a fase de análise dos resultados para intensificar a ação e preparar-se para outros disparos. “Outro dado interessante é que ao fornecer o relatório de leitura/cliques para a área comercial fazer follow-up e entrar em contato por telefone, conseguimos relato de uma taxa de até 40% de conversão haja vista que são contatos são de “alta temperatura” pois pararam para ler o comunicado e, eventualmente, clicar em alguns de seus links. Pega-se o cliente no momento da emoção de compra”, explica Abbott.

Os custos de disparo por empresas dedicadas a este trabalho variam, a média é de R$ 100,00 por 10 mil envios. Um cuidado fundamental é com a regulamentação, afinal ninguém quer que um cliente se sinta incomodado com um comunicado da empresa. “O Conselho Superior de E-mail Marketing (www.capem.org) criou o código de autorregulamentação, disponível neste site. O conselho é composto por mais de 17 entidades representantes do mercado como ABEMD, ABRANET, ABRADI, PROTESTE, FECOMÉRCIO entre tantas outras”, conta Abbott.
Mas a ferramenta não é somente para vendas, pode ser um instrumento de relacionamento com o cliente, por exemplo, por meio de newsletter institucional da empresa para manutenção do vínculo com o consumidro. Além do uso para disparos pré-programados de aniversário por exemplo, integrando-a ao CRM – Customer relationship management - da empresa, assim como para informes de serviços e agendamento.

Tecnologia como aliada

O CRM é uma solução especialmente desenhada para facilitar o gerenciamento de relacionamento com clientes, melhorar a eficácia do atendimento, vendas e esforços de marketing. Neste quesito, a tecnologia é uma forte aliada. O BCM – Business Contact Manager – é uma ferramenta de gerenciamento de clientes e funciona no Microsoft Outlook, especialmente para pequenas empresas.

Como está integrado ao Outlook, o BCM é muito fácil de usar, pois faz parte de uma ferramenta que já faz parte do dia a dia. É possível armazenar e organizar todas as informações do cliente, além de criar formulários para o registro de informaçõs relevantes para o negócio. Entre os objetivos estão o gerenciamento dos processos de vendas, garantindo mais eficácia, e das campanhas de marketing, para que a empresa saiba qual foi o retorno sobre o investimento em cada ação – como o envio de e-mail marketing, ligações telefônicas e distribuição de material impresso.

Para acompanhar o desempenho da empresa, o BCM gera gráficos e 72 tipos de relatórios que avaliam funcionários, vendas, esforços de marketing, receita esperada entre outras áreas. Compreender melhor como cada cliente se comporta; quais as suas opções de compras e pagamentos, seus produtos preferidos e picos de aquisição; ajuda o empresário a programar sua produção e aumentar sua rentabilidade. Tudo isso em uma interface conhecida, a do Outlook, e disponível para todos os membros da equipe. Por exemplo, quando um cliente telefonar, o vendedor que atendê-lo terá informações estratégicas para fechar a venda.

Outro ponto importante para aumentar as vendas é a organização de informações estratégicas. Com o BCM é possível gerenciar vendas potenciais e assim, dedicar-se aos clientes mais próximos do momento de compra. Saber quais são os produtos mais vendidos e quais consumidores compram mais é essencial para preparar seu estoque e definir suas ações de relacionamento.

Clique aqui para saber mais sobre o BCM – Business Contact Manager.

Fonte: http://pensandogrande.com.br/como-usar-o-e-mail-marketing-de-maneira-estrategica-nas-pequenas-empresas/