domingo, 10 de abril de 2011

Empresários inovam e lucram com serviços pela web

Site oferece ‘bicos’ a até R$ 10.
Casal criou serviço para noivos que preferem receber dinheiro.

Do PEGN TV


Com idéias inovadoras, empresários investem no comércio eletrônico. O casal Eduardo Martins e Beatriz Malfatti inovou. Eles criaram um site com uma lista de casamento para noivos que preferem receber dinheiro em vez de presentes.

“Pedir dinheiro de presente é horrível. Então, a gente achou uma solução, uma forma de fazer com que o convidado participe e contribua sem ficar como que você tivesse pedindo dinheiro”, diz Beatriz.

A idéia é simples: o convidado escolhe um ou mais presentes e deposita o valor correspondente daquele produto ou serviço na conta da empresa, que repassa aos noivos.

Os clientes podem escolher as opções do site ou sugerir presentes diferentes. E aparece de tudo: de eletrodomésticos, móveis e utensílios de cozinha a idéias bem criativas.

“A imaginação vai longe. Por exemplo, um caso foi uma lista que a noiva ia construir a casa. Então ela pediu bloco de cimento, ferro, coluna, louça, latas de tinta, pedra”, conta a empresária.

Os empresários investiram R$ 30 mil no negócio - o dinheiro foi usado na construção do visual do site. Além da lista de presentes, o site dispõe de álbum de fotos dos noivos e convidados e mural para recados. Os noivos também recebem um relatório financeiro.

“Cada presente que entra novo a gente consegue detalhar isso on line e fica de forma bem clara e programada para quando ele vai receber esses repasses”, conta Eduardo.

A receita da empresa é de 7% sobre o valor de cada compra. Desde que o site surgiu, em 2008, já são mais de duas mil listas de casamento, e o movimento dobra a cada mês. Hoje a empresa atende mais de 100 noivos por mês.

Bicos
Com pouco dinheiro e uma boa idéia, o jovem Eduardo L’Hotellier apostou tudo em um negócio pelo wev: um site com milhares de pequenos serviços a preços incríveis.

“Imagine uma consultoria financeira por R$ 5. Ou uma aula de inglês, uma escova de cabelo, um passeio com cachorro, uma dica de moda – tudo por no máximo R$ 10 cada. Essa é a proposta: este é o site dos bicos. São mais de 15 mil serviços, pequenos e baratos, que estão deixando o consumidor empolgado”, conta ele.

L’Hotellier começou o negócio em setembro de 2010. A idéia agradou mesmo: recebe mais de 10 mil acessos por dia, e só cresce. O movimento dobra a cada mês.

A loja virtual oferece de tudo: caricatura a R$ 10, formatação de monografia a R$ 5, criação de logomarca por R$ 10, e até serviços curiosos como ligar para a cliente e fazer ciúme no namorado, por R$ 5 reais. Fornecedores não faltam: em geral, são pequenos empresários ou estudantes.

“Pense que vai ser feito oito serviços por dia durante um mês. Isso dá R$ 1600 por mês, que é uma renda considerável para um estudante”, diz L’Hotellier.

Para o empresário Eduardo L’Hotellier, por enquanto, o negócio é uma aposta. Hoje o faturamento dele é de R$ 2 mil por mês. Já no próximo ano, o empresário prevê um faturamento 15 vezes maior.

terça-feira, 5 de abril de 2011

5 Maneiras de tornar seu Blog um TOPBLOG!

Você está procurando novas maneiras de atrair e reter mais leitores no seu Blog?
Meus amigos do Social Mídia Examiner pediram para os 10 finalistas do Top Social Media (concurso de Blogs que movimenta a Blogosfera na terra do Tio AM) suas melhores dicas de como fazer crescer a sua lista de assinantes e leitores no Blog.

Abaixo estão as melhores. Eu acho que você vai concordar que existem algumas excelentes idéias aqui:

# 1: Seja ativo em outras comunidades

Aqui está o que Mitch Joel, autor do Blog Seis Pixels de separação aconselha:

“Você não terá presença nas comunidades sociais a menos que você seja um membro ativo de outros Blogs (que não seja o seu). Se eu pudesse começar meu blog de novo do zero eu faria…”:

Sem dúvida eu iria começar um blog e inserir conteúdo relevante e valioso para a minha comunidade, mas dessa vez gostaria de gastar dez vezes mais tempo agregando valor a cinco ou dez comunidades existentes onde meus membros em potencial podem estar.

Não é uma manobra e não é um truque, isso realmente traz mais leitores para o meu blog – por quê? Porque eu estou interessado e quero me envolver com outros membros da comunidade. Gostaria também de ter esperança que os membros da comunidade gostariam de receber as minhas contribuições e ter uma chance de conferir o que eu estou fazendo no meu próprio espaço.

“Dê mais do que você recebe. “

Laurel Mackenzie ( top 10 dos Blogs em USA ) gosta Seis Pixels de separação, porque: “não só é o seu conteúdo escrito inteligente e instigante, mas seu recurso podcasts discussões sobre temas relevantes da indústria e as entrevistas com os verdadeiros líderes do pensamento das Midias Sociais.”

# 2: Escreva sobre o que você ama

Veja como Michael Brandvold aumenta o numero de assinantes e leitors do seu blog:

“O melhor conselho que posso dar a quem quer crescer seu número de assinantes é escrever sobre algo que você ama e está apaixonada e continuar escrevendo.

Os leitores podem dizer a diferença quando alguém escreve sobre um tema, porque senti-lo e amá-lo, é sua vida, contra alguém que escreve sobre um tema, porque foi apenas atribuída a eles essa tarefa. Nenhuma fórmula mágica, nenhum truque secreto … Só trabalho duro ( porque manter um blog é trabalho pesado!!!) em algo que você ama.

Desde o meu primeiro site em 1995 eu aprendi que os usuários vão encontrar e continuar a regressar ao conteúdo apenas se ele for genuíno e criado com paixão. “

Anthony Best ( TOP 3 BLOG em USA ) dizs sobre Michael Brandvold: ”Michael apresenta os conceitos de marketing e mídias sociais de maneiras que são simples de entender e executar imediatamente Ele não só compartilha o que fazer, ele também explica o que especificamente não fazer. ”

# 3: Postar conteúdos Substanciosos

Marcos Schaefer, autor de O Tao do Twitter e o blog de marketing Popular {} , recomenda:

“Os blogs não são minha atividade em tempo integral. Eu tenho um negócio próspero, eu ensino e tenho meu tempo todo ocupado. Eu sou devoto. Assim, quando se trata do blog, só me concentro em grandes conteúdo, densos com muitas linhas.

Tenho tendência a olhar as coisas de uma perspectiva única que parece incendiar conversas interessantes. Isso é tudo que eu sei fazer, realmente! Promover conversas inteligentes. ”

Eu acho frustrante quando vou ler um post em um blog e ele tem 11 linhas superficiais que não me acrescentaram nada, fica claro que o único objetivo foi me levar até o site para aumentar o pagerank, e quem me trata assim com tanto desprezo, não merece mais a minha visita.

# 4: Solicite perguntas e respostas do seu leitor

Mark Robertson, fundador do ReelSEO, recomenda:

“Nós estamos sendo muito bem sucedidos na maneira que temos aumentado o numero de leitores e assinantes do nosso blog, apesar de eu perceber que este é um bocado cliché, Nós conseguimos isso apenas tendo conteúdo interessante, informativo e único. Para ReelSEO, descobrimos que os posts mais lidos e com conteúdos mais interessantes geralmente vem de duas fontes.:

Nós repondemos aos pedidos dos nossos leitores e, muitas vezes solicitamos comentários dele . Quando um leitor nos escreve pedindo conselhos, podemos seguramente assumir que muitos outros leitores interessados ​​no tema. Como resultado, muitas vezes escrevemos artigos que tratam especificamente pedidos dos nossos leitores.

Em segundo lugar, tento escrever sobre essas coisas que nós (internamente) estamos interessados em aprender mais, mas não conseguimos encontrar informações suficientes online para poder aprender mais.

Por exemplo, eu procurei em toda parte para uma lista de aplicativos para gravar o vídeo com o Skype para fazer algumas entrevistas em vídeo. Não consegui encontrar os recursos úteis na Internet. Então, eu postei este assunto com a visão de um escritor em apuros que precisava aprender; nossos leitores ficaram extremamente satisfeitos que prontamente postaram inúmeras formas de softwares para nos ensinar

Se você está realmente apaixonado pela área de especialização do seu blog, você pode aumentar o nuemro de leitores e também melhorar o seu conhecimento através de perguntas e respostas no blog.

# 5: Ofereça Conhecimento Real

Danny Brown, premiado e blogueiro de mídia social e fundador do 12for12k, recomenda:

“Ofereça algo de valor real para seus leitores. Não seja simplório, seu leitor também não é:

Ao invés de publicar algo como “Top 10 Twitter” publique: “ Ferramentas de Gestão de oferta e comparações estratégicas”. Muito sofisticado? Se você, os seus leitores também são!

Mas você vai pensar que benefício isso vai me trazer? Vou gastar um tempão e ensinar aquilo que é mais preciso para mim ( ou seja aquilo que poucas pessoas sabem ) , o meu conhecimento!

Ensine! É a única forma de se tornar eterno – e conseguir leitores fanáticos!

Manter um blog dá trabalho, ocupa tempo para pesquisa , para obter conhecimento em outras lugares. Eu assino muitos blogs em Inglês, e apesar de ter domínio na língua não é a minha língua Natal, então o esforço é quase físico para ler, entender e passar a idéia para o Português.

E ainda por vezes recebemos criticas sobre a gramática, sobre o formato… isso nos incomoda, mas olhando bem de perto percebemos que esses que criticam tanto a gramática não prestaram a mínima atenção no conteúdo – informação preciosa, gratuita e original… distribuída apenas pelo desejo de dividir com os outros nosso conhecimento, e assim conseguir mais leitores

Fonte: http://ecommercegirl.com/dicas-e-commerce-girl/5-maneiras-de-tornar-seu-blog-um-topblog/

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Notícias sobre Computação em Nuvem | Blogs e Notícias da Microsoft | Conversas sobre a Nuvem

Notícias sobre Computação em Nuvem | Blogs e Notícias da Microsoft | Conversas sobre a Nuvem

Por que tantas tecnologias para programação Web?

Com o lançamento do WebMatrix, a proximidade do LightSwitch e a forte mensagem da Microsoft rumo ao HTML5, é comum surgir a velha dúvida: que tecnologia usar?

Já comentei aqui neste blog que escolha gera angústia. Isto é normal. Mas se compreendermos o porquê de cada tecnologia fica mais simples escolher e nos tranqüilizar.

Abaixo, vou listar as tecnologias mais visadas para a programação web e comentar sua motivação:

HTML5: interface visual para os futuros browsers em multiplataforma. A tendência é que todas as tecnologias da Microsoft que geram HTML venham incorporar a geração de tags HTML 5 e suportar suas novidades.

Silverlight: sempre na frente do que as entidades de padronização podem fazer, o Silverlight possibilita uma experiência mais agradável e uma programação bem produtiva com o apoio de ferramentas como o Expression Blend. Será suportado no Windows Phone, no XBOX e Windows, sendo um elemento importante para a estratégia de 3 Telas + a Nuvem. É a tecnologia preferencial para o programador web que quiser tirar o máximo da usabilidade nos sistemas operacionais da Microsoft. Já tem bom ecossistema de componentes.

WPF: usado nas aplicações que necessitam retirar o máximo do Windows. Por não funcionar num Sandbox, como o HTML5 e o Silverlight, ele pode chamar recursos locais, como um banco de dados instalado na workstation. Fornece produtividade e usabilidade elevada, mas requer direitos elevados – por isto não é tão usado no contexto web mas sim no contexto Smart Client. Já tem bom ecossistema de componentes.

ASP.NET: gera HTML e possivelmente irá gerar HTML 5. Foi feito visando um largo espectro de tipos de aplicações – de aplicações muito simples a muito complexas. Simula a programação RAD do VB antigo e tem um grande ecossistema.Longa vida ao ASP.NET.

MVC: gera HTML e possivelmente irá gerar HTML 5. Foi feito visando um segmento de programadores e arquitetos que trabalham com projetos complexos e que podem largar mão de parte da produtividade do .Net para obter um código de melhor manutenção no estilo RESTfull. NoMVC 3, recém lançado, incorpora uma linguagem para a confecção de Views (o Razor) que é bem mais simples e ekegante.

WebMatrix: para o desenvolvedor que gosta do estilo de programação chamado de scripting, tão comum no velho ASP e PHP. Existe uma massa muito grande de desenvolvimento Web que é feita neste estilo, onde o ASP.NET não era bem aceito (por ser mais complexo). Faltava uma ferramenta da Microsoft para este segmento. Com o uso do mesmo Razor que o MVC, pode ser uma boa escola para muitos programadores que gostam do estilo scripting.

LightSwitch: uma IDE ainda em Beta, que visa uma geração rápida de aplicativos. Gera Silverlight + WCF RIA Services + Entity Framework e já incorpora o cenário de uso no Azure. Visa simplificar o desenvolvimento trazendo de volta a facilidade de desenvolvimento análoga à de uma programação em Access. Creio que tem como segmento alvo o programador departamental que visa aplicações LOB simples, com o mínimo de codificação.

Faltam outras tecnologias com WindowsForm, XNA, SharePoint, etc. Faça seu exercício: que tipo de programador deve gostar de usar estas tecnologias? Para que contexto de uso foi feito? Que limitações de plataforma elas estão sujeitas? Para quem estiver interessado no processo de definição de um produto (como o LightSwitch ou o WebMatrix) sugiro uma lida no artigo http://msdn.microsoft.com/pt-br/library/cc518039.aspx.

Dar opções é uma obrigação da Microsoft neste contexto complexo de tantos cenários de uso. Entenda o contexto da sua produção de software e escolha. Está cada vez mais difícil não ter uma opção mais adequada.

Fonte: http://blogs.msdn.com/b/otavio/archive/2011/01/29/por-que-tantas-tecnologias-para-programa-231-227-o-web.aspx

Mais 2 patterns para Azure

Aqui vão mais 2 patterns interessantes para uso também no Azure:

1) Deployment dinâmico de sites

Com o Web Role do Azure suportando o IIS-full desde o ano passado já é possível fazer o deployment de múltiplos sites em uma única máquina/WebRole. O post http://www.wadewegner.com/2011/02/running-multiple-websites-in-a-windows-azure-web-role/ mostra que basta algumas configurações e pronto – num único pacote colocamos e configuramos mais de um site para rodar no Azure num único IIS.

Porém, esta solução não é boa para alguém que quer usar o Azure para revender a hospedagem de sites. Por quê? Simples: é inviável ter que criar e fazer upload de um novo pacote do Azure à cada novo site.

Uma melhor opção é a de ter uma máquina capaz de criar sites dinamicamente sem ter que parar o servidor IIS ou o WebRole. Natten Totten mostra como fazer isto neste post. Ele cria um serviço de deployment (WebDeployEngine) que fica a espera de arquivos zip contendo o novo site. Assim que o arquivo chega, ele carrega os arquivos para o WebRole e configura o IIS para mostrar este novo site. Simples e poderoso!

Com isto deixo o seguinte problema matemático: vendendo a hospedagem de sites por R$9/mês e sabendo que existem ofertas de ~US$60 para ter um nó de computação do Azure, quantos sites necessito vender para começar a lucrar usando o Azure?

2) Um WorkRole múltiplas tarefas

O grupo do Patterns&Practices da Microsoft já tratou em seus dois livros sobre o Azure (ver aqui e aqui) de um pattern interessante para executar mais de uma tarefa em um WorkRole. O pattern associa uma interface para uma Fila (IAzureQueue) com uma tarefa para ser feita em Batch (BatchProcessingHandler). O Batch é responsável pelo o polling na fila e por chamar o Comando (herança de ICommand) que irá tratar a mensagem.Veja a figura abaixo.

Mais uma vez, simples e poderoso.

O código pode ser encontrado em http://wag.codeplex.com/. Um texto mais detalhado você encontra emhttp://msdn.microsoft.com/en-us/library/ff966483.aspx.

Abraços

PS.: Saiu a nova versão 1.4 do SDK do Azure. Lembre-se de atualizar o seu.


Fonte: http://blogs.msdn.com/b/otavio/archive/2011/03/12/mais-2-patterns-para-azure.aspx

Estratégia para vencer na Web

A estratégia para ganhar mais usuários de um serviço na rede costuma ter um caminho aparentemente simples:

  1. Disponibilizamos nosso serviço através de um site que será a sua “face” para o público. Com isto, muitos clientes já poderão ser iniciados ao serviço pelo simples acesso à sua url ou via search;
  2. Tornamos este serviço alcançável por outros aplicativos através de interfaces Web como, por exemplo, APIs REST. Com isto, vários outros sites e aplicativos podem fazer mash-up com nossos serviços, aumentando o número de usuários indiretos;
  3. Criamos SDK´s que facilitam a inclusão de interfaces (HTML+JScript) para os nossos serviços. Com isto, diminuímos a dificuldade de integração de sites simples com nossos serviços, criando um potencial considerável de aumento de usuários;
  4. Disponibilizamos aplicativos para workstations, smatphones e tablets que fazem acesso aos nossos serviços. Devido à mobilidade, estes dispositivos aumentam em muito a oportunidade do usuário para interagirem a qualquer hora, o que aumenta mais uma vez a possibilidade de aumento da demanda pelos nossos serviços;
  5. Integramos os aplicativos com outros aplicativos - com a rede social, ERP´s, CRM´s e outros. Este é o lugar onde o cliente habita. Isto torna visível a ação do usuário para seus amigos, clientes e parceiros, induzindo-os, por sua vez, a também conhecer e usarem os nossos serviços.

Existem muitos exemplos desta estratégia. Pense nos clássicos Messenger, Flicker, Twitter ou Youtube, ou em novos serviços como os de compra em grupo, etc.

No final, esta linha de estratégia tem como princípios:

  1. É necessário um backend escalável, geograficamente distribuído e com capacidade monumental para computar e armazenar informações. Falamos aqui da necessidade da computação em nuvem e do uso de Plataformas como a do Windows Azure;
  2. O dispositivo cliente é visto como um meio de acesso ao serviço, onde o mais importante é criar contextos de uso onde o cliente habita – seja na empresa ou fora dela;
  3. É necessário, em algum momento, incluir na estratégia um modelo de negócio que se beneficie do aumento de usuários. Propaganda, cobrança por transação para clientes Premium, ganhos devido ao conhecimento maior do comportamento do usuário (gerando menos, riscos, criando serviços agregados, etc.), etc. De fato, o volume de clientes do serviço é o maior ativo nesta estratégia. Isto explica porque muitos iniciam seus serviços na forma gratuita para só depois buscarem um modelo de negócio.

Conselho: pense se sua empresa pode se beneficiar desta estratégia. Com plataformas como o Azure já não existe mais o custo inicial de pesquisa e desenvolvimento para criar datacenters e infraestruturas altamente disponíveis e escaláveis. O custo de falhar diminuiu em muito. Em compensação, o premio do sucesso está aumentando cada vez mais.

Fonte: http://blogs.msdn.com/b/otavio/archive/2011/04/02/estrat-233-gia-para-vencer-na-web.aspx

sábado, 2 de abril de 2011

Você conhece seus direitos e deveres na rede?



Como encontrar imagens livres de direitos autorais na rede

Boletos online: fique atento ao que você paga!

Existem, sim, leis na internet. Atrás de um monitor e um teclado, muita gente acha que pode "tudo" com uma falsa sensação de anonimato. O internauta acredita que pode falar o que quiser, publicar qualquer coisa e por aí vai. Mas não é bem assim que funciona. Você até pode fazer o que bem entender na rede, mas deve estar ciente de que para cada ação não pensada existe uma conseqüência; e muitas vezes conseqüências legais e jurídicas.

"Tudo o que a gente faz na internet tem suas consequências, seja a responsabilidade civil como pagar um indenização, seja em casos mais grave como o criminal. Todos usuário tem que ter em mente que existe uma sensação de anonimato na internet, mas dependendo das circunstâncias e dos serviços que foram utilizados, o rastreamento é possível. A pessoas pensa que nada vai acontecer, mas sofre uma desagradável surpresa", comenta Marcel Leonardi, advogado especializado em internet.

"O podcast é uma categoria a parte, um acordo feito que a gente tem o direito de utilizar as músicas, mas tem que pagar de acordo com o alcance do programa", explica Leo Lopes, radialista.

"Isso já está razoavelmente robusto. O judiciário no Brasil já conhece bem essas iniciativas de uma maneira geral. Mas é óbvio que a compreensão da internet e os limites do que é ou não possível fazer ainda precisa melhorar. Um exemplo disso é que em alguns casos, juízes mandam bloquear sites, e essa é uma solução totalmente paliativa. Bloquear um site não tira ele da onde ele está, quem publica uma foto alheia sem autorização prévia; isso sem falar nos que violam os direitos autorais de músicas e filmes.

"O podcast é uma categoria a parte, um acordo feito que a gente tem o direito de utilizar as músicas, mas tem que pagar de acordo com o alcance do programa", explica Leo Lopes, radialista.

"Isso já está razoavelmente robusto. O judiciário no Brasil já conhece bem essas iniciativas de uma maneira geral. Mas é óbvio que a compreensão da internet e os limites do que é ou não possível fazer ainda precisa melhorar. Um exemplo disso é que em alguns casos, juízes mandam bloquear sites, e essa é uma solução totalmente paliativa. Bloquear um site não tira ele da onde ele está, não é uma solução real", conclui o advogado.

"Quando eu estava publicando, eu imaginei que talvez eu devesse ser mais discreto em relação as informações que eu is postar", conta Gustavo Cardial, blogueiro.

"Eu recomendo todo o cuidado. O ideal é pensar: você faria isso sem o computador? Se você não faria, então, talvez, não deva publicar", sugere o blogueiro.