sábado, 19 de março de 2011

Ferramentas para deixar seu Twitter ainda mais legal!

http://olhardigital.uol.com.br/produtos/central_de_videos/ferramentas-para-deixar-seu-twitter-ainda-mais-legal

Atalhos de teclado no Twitter: aprenda a utilizá-los!

Com algumas combinações de teclas, é possível otimizar sua vida no microblog

O Twitter tem um recurso de atalhos de teclado dentro de seu sistema desde 2010, mas são poucos os que realmente usam e sabem da existência deles.

Depois do lançamento do novo layout do Twitter, algumas funcões da rede, como ver simples mensagens particulares, ficou menos evidente para alguns usuários. Uma dica para esses momentos em que o caminho se tornou mais difícil é o uso das teclas de atalho. Com apenas um clique (ou dois, dependendo do caso), você pode ser direcionado para a página que quiser e facilitar a navegação pelo site.

Veja a lista com os atalhos mais úteis da rede social:
  • N: postar um tuíte (funciona em qualquer página)
  • R: responder tuíte selecionado
  • T: retuitar (funciona apenas em páginas de outras pessoas)
  • M: enviar mensagem (não completa destinatário automaticamente)
  • /: mover cursor para a caixa de busca
  • .: move para o topo do página
  • G e depois H: ir para a página principal (twitter.com)
  • G e depois R: ver as menções ao seu nick
  • G e depois M: ver mensagens destinadas a você
  • G e depois P: ir para o seu próprio perfil (twitter.com/seu_login)
  • G e depois U: ir para outros perfis (chama uma caixa de diálogo)
  • ?: ver a lista completa de atalhos
Teste já os atalhos na sua conta e otimize sua vida no microblog!

terça-feira, 15 de março de 2011

Quais são os custos de divulgação de um site de compras coletivas

Custos de divulgação de um site de compras coletivas. Quais são os custos com o marketing de um site de ofertasDando continuidade a essa série de artigos sobre custos de um site de compras coletivas, vamos abordar hoje a questão dos custos de divulgação de um site de ofertas. Já vimos no artigo anterior, o custo, em termos de sistema web, de um site de compras coletivas. Neste artigo iremos fazer uma avaliação dos custos de marketing online em um site de ofertas. E garanto a vocês que este é o item mais oneroso de um projeto de site de descontos. No artigo anterior, só para ter uma idéia, estávamos falando de um investimento inicial de aproximadamente R$ 15.000. Vamos ver agora, o quanto seria necessário para cobrir os custos de divulgação desse projeto. Se você pensa que Internet é "baratinha", sinto muito informar, não é.

Divulgação é tudo em se tratando de sites de compras coletivas

De nada adianta ter um site se ele não é divulgado. Uma frase clássica do Jerry Yang, fundador doYahoo é "Um site sem divulgação é como um outdoor no porão". Isso mesmo, de nada adianta você ter o melhor site do mundo se ninguém conhece. É ai que entra o marketing digital que é a alavanca chave de qualquer site de ofertas. Por sua natureza dinâmica os sites de descontos necessitam de publicidade online rápida e eficiente, por isso, a divulgação dentro desses parâmetros é essencial para o sucesso desse tipo de empreendimento.

Um site de ofertas tem que ser ágil

Se o grande barato de um site de compras coletivas é o de oferecer situações ótimas de compra, esta mensagem deve ser levada ao público o mais rápido possível, principalmente para o público que pediu isso, seus assinantes. Às vezes, em nossa consultoria, vemos clientes que acham que a busca por ofertas é maior que a necessidade de comunicar que elas existem. Um engano crasso em termos de estratégia. O cliente em potencial de um site de ofertas espera justamente o contrário. Ele quer ser comunicado com antecedência.

O disparo eficiente para uma grande base de dados deve ser feito por empresas especializadas. Se você está pensando naquela proposta de Zilhões de e-mails disparados por apenas R$ 80 por mês, esqueça. O disparo deve ser profissional e contar com ferramentas não só para o gerenciamento da base como também o monitoramento do envio. Sem isso, o seu mailing não passa de um Spam. A questão do opt-out tem sido muito citada ultimamente, uma vez que muitas pessoas se inscreveram para receber ofertas no início da explosão dos sites de ofertas e agora estão saturadas, pedindo a exclusão do e-mail da base de dados do site.

O custo de um disparo através de uma empresa especializada está em aproximadamente R$ 1.600 para cada 1 milhão de disparos. A quantidade que você deverá contratar depende da audiência do seu site. Você precisará também de uma pessoa de sua equipe, com capacitação em web análisepara entender o que o relatório de monitoramento está tentando informar através das estatísticas do disparo e reflexos no Google Analytics.

Links Patrocinados – Não conhece? Deveria

O uso de Links Patrocinados é uma outra estratégia muito usada pelos sites de compras coletivas. Links patrocinados são propagandas pagas que são exibidas nas páginas de respostas das principais ferramentas de busca como Google e Yahoo e também em sites afiliados como portais e blogs. Existem também programas de links patrocinados em redes sociais, que tem sido muito utilizados como é o caso do Facebook Ads.

Em sua grande maioria, os programas de marketing através de links patrocinados, funcionam no sistema de pay per click ou seja, você paga a cada vez que o seu anúncio é clicado. Portanto, fazer uma previsão de gastos para esse tipo de propaganda, mas para ter uma idéia, cada click custa por volta de R$ 0,60. Uma verba de R$ 5.000, para um pequeno site regional, seria um bom começo. Isso falando apenas de Google AdWords. Para uma campanha no Facebook, acreditamos que R$ 3.000 seria um investimento bem enquadrado.

Redes Sociais para um site de compra coletiva

O marketing em redes sociais tem sido uma das principais ferramentas para a divulgação dos sites de compras coletivas. É uma ferramenta ágil e altamente viral. O grande problema é que necessita de pessoal capacitado para formulação e gerenciamento. Uma campanha de marketing nas mídias sociais para um site de compras coletivas deve levar em consideração o perfil da oferta que está sendo veiculada e a forma de abordagem ao público alvo dessa campanha. A solução para isso é a contratação de uma pessoa para cuidar disso, que tenha conhecimentos profundos na área, não vale "a menina da contabilidade que mexe com o Orkut". Indicamos nosso curso de Redes Sociais e Marketing nas Mídias Sociais para a capacitação de um funcionário nessa área. Nas últimas turmas temos tido muitos participantes com foco em sites de descontos.

O custo de um profissional já formado nesta área está em torno de R$ 3.000 ao mês, computado apenas o custo com salário.

Por hoje é só pessoal, voltaremos em breve com a terceira parte dessa matéria abordando meios de pagamento em sites de compras coletivas. Como já deu para ver até agora, os custos de um site de compras coletivas envolvem diversos aspectos que às vezes passam desapercebidos para o empreendedor que não conhece os meandros do mercado.

Curso sobre criação de sites de compras coletivas

O Curso de E-Commerce oferece um curso completo para quem deseja criar um site de compras coletivas. No curso são abordadas as diversas etapas de criação de um site de compras coletivas, ferramentas e técnicas de divulgação. Um curso objetivo, voltado para empresários que desejam criar o seu site de compras coletivas e precisam de informações sobre ferramentas e procedimentos. Veja mais informações em nosso site.

Por Alberto Valle, consultor e instrutor do Curso de E-Commerce


Minha Fonte:

E-commerce não deve pagar duplo ICMS

Bitributação no e-commerce assusta o comércio eletrônico brasileiroComeçamos 2011 com a adoção de medidas fiscalizadoras intensas aplicadas pelo Fisco Paulista, onde fomos apresentados à obrigação dos provedores de hospedagem de sites de comércio eletrônico de informar usuários (sites) que fizeram vendas maiores do que nove itens e com valor total de mercadoria acima de R$60 mil em um dos trimestres de 2010. Associado a isso o estado da Bahia também adotou procedimentos fiscais especiais para as compras feitas no estado.

Assim, o provedor de hospedagem, em São Paulo, pode ser considerado solidariamente responsável se não repassar os dados para aplicação do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) relativos aos seus clientes. Sites de leilão e empresas de mediação de pagamentos não estão fora da regra estabelecida pela Portaria 156/2010. Trata-se do “cerco” às empresas que vendem pela Internet que terá poderoso mecanismo de cruzamento de dados. O problema é: Como fica a proteção e a privacidade dos dados dos usuários de hospedagem? Como o provedor de hospedagem vai saber das vendas dos sites que hospeda? Estamos tratando de hospedagem ou somente de gestão de e-commerce?

O contribuinte mantenedor de e-commerce deverá estar bem assessorado técnica e juridicamente pois poderá ser responsabilizado por vendas que não foram concluídas mas encontram-se registradas em seus bancos de dados, podendo ainda ser alvo da ação de criminosos digitais que incluam vendas não feitas. Deverá estar habilitado tecnicamente para provar tais incidentes em face do Fisco.

Não bastasse a fiscalização implementada e cujos métodos ainda não são claros e podem prejudicar o contribuinte, recentemente alguns Estados brasileiros passaram a cobrar “ICMS” do e-commerce na entrada da mercadoria. Ou seja, embora já pagando o imposto no Estado de origem da mercadoria, está sendo indevidamente exigido que o empresário de Internet recolha o impostono destino, ou endereço do consumidor. Ao contrário do Brasil, diante da ausência de controle do e-commerce, nos EUA, a tônica vem sendo tributar o próprio consumidor, que fica incumbido de recolher o imposto devido.

A Constituição Federal assegura que a alíquota do ICMS, quando o destinatário não for o contribuinte, será a interna, quando forem destinados produtos a consumidor localizado em outro Estado. No entanto, emenda constitucional já determinou a repartição de tributo entre Estados para determinados produtos, como gás natural. Tal medida poderá ser feita em relação à Internet, o que não significa dizer que empresários .com devem pagar o mesmo imposto sobre o mesmo fato gerador diversas vezes.

Neste cenário, a instituição do mesmo tributo (com mesmo fato gerador) por duas ou mais pessoas jurídicas de direito público (Estados) caracteriza “bitributação”, logo, as empresas de comércio eletrônico não devem ser tributadas duas vezes pelo ICMS, tanto na origem quanto no destino da mercadoria, podendo ser valer de medidas judiciais para suspensão da exigibilidade do débito, enquanto o Conselho Nacional de Política Fazendária (CONFAZ) não harmoniza a questão em relação à distribuição da receita tributária do comércio na Internet.

E você? O que acha da guerra fiscal que está se instaurando na Internet.

Fonte: Blog José Milagre


Minha Fonte:http://www.cursodeecommerce.com.br/blog/ecommerce-icms-dupla-tributacao/

Como montar um e-commerce de sucesso

Veja nesta matéria como montar um e-commerceMuitas vezes as pessoas me perguntam como montar um e-commerce de sucesso e a minha resposta é invariavelmente: Prepare-se para o seu negócio. Planejamento, capacitação e conhecimento do mercado são etapas essenciais para o sucesso no comércio eletrônico. Quem deseja montar um e-commerce deve ter em mente que uma loja virtual, site de compras coletivas ou qualquer outro modelo de negócio no deve ter em mente que não é porque o negócio ocorre na Internet, que não vai precisar de dedicação, muito trabalho e conhecimento das ferramentas envolvidas no processo. Para facilitar a vida de quem está pretendendo ingressar no universo do comércio eletrônico, vamos dar um pequeno roteiro para quem deseja abrir um e-commerce de sucesso.

1 – Como montar um e-commerce de sucesso? Simples, seja profissional

O comércio eletrônico atualmente simplesmente não tem espaço para amadorismo ou improviso. Se mesmo depois desse aviso de um humilde consultor com mais de 10 anos de atuação nesse mercado você quiser continuar indo nesse caminho, pode ficar tranqüilo. O fracasso certamente irá bater á sua porta. Esqueça soluções como a criação da loja pelo “sobrinho que mexe com Internet” ou administração do e-commerce feita pela “menina da contabilidade que sabe tudo de MSN”.

2 – Faça um planejamento do seu projeto de e-commerce

Um projeto de e-commerce é muito mais que simplesmente abrir uma loja virtual e pronto. Mais de60% das lojas virtuais fecham em menos de 1 ano, por isso, organize-se. Faça um planejamento detalhado do seu projeto, analise o mercado em que vai entrar e coloque tudo isso no papel. Faça uma programação para a execução das etapas do projeto com data e valor a ser investido. Desenhe o cenário em que você espera que vá se desenvolver o seu projeto.

3 – Escolha e analise com cuidado o segmento em que irá atuar

Dê preferência a um nicho de mercado. Essa é a melhor opção para quem deseja montar um e-commerce. Trabalhando em um nicho de mercado você evita a concorrências com os grandes players de mercado e ainda consegue um mercado muitas vezes inexplorado. As chances de obter sucesso na montagem de um e-commerce atualmente estão intimamente relacionadas à escolha de um nicho de mercado promissor.

4 – Conheça a tecnologia envolvida no seu projeto de comércio eletrônico

Você não precisa se transformar em um programador para abrir um e-commerce, mas deve conhecer pelo menos as tecnologias disponíveis para fazer a escolha que mais se adapta ao seu projeto. Para o varejo eletrônico, existem diversas opções de plataformas de e-commerce que podem ser adotadas na hora da montagem de um e-commerce. Para outros modelos de negócio no e-commerce como sites de compras coletivas, também já existem soluções prontas ou que podem ser facilmente adaptadas para se encaixarem dentro das suas necessidades.

5 – Pesquise opções para formas de pagamento em seu e-commerce

O mercado atualmente oferece diversas soluções para a implantação de formas de pagamento em seu e-commerce. É necessário que seus clientes tenham total confiança na hora de efetuarem pagamentos, principalmente os online, em sua loja virtual ou outro tipo de e-commerce. Dependendo do momento e do tipo do seu negócio, você pode implantar soluções de pagamento bem seguras e sem muita burocracia. A segurança nas operações online deve ser tanto para o comprador quanto para o vendedor e equilibrar essa balança as vezes pode ficar complicado.como montar um e-commerce de sucesso – tutorial

6 – Defina sua estratégia de marketing digital

O fundados do Yahoo já dizia que um site sem promoção é como um outdoor no porão. Isso mesmo, atualmente, mais do que nunca é importante ter um planejamento bem definido sobre a ações de marketing digital que você irá implantar em seu e-commerce, e isso deve ser pensado logo de início, porque envolve até mesmo a definição da plataforma de e-commerce que você irá adotar. Em seu planejamento, não se esqueça de separar um bom percentual dos recursos para as campanhas de marketing digital, porque sem elas as suas chances de sucesso são bastante reduzidas, principalmente em tempos de marketing nas redes sociais.

7 – Monitore todas as sua atividades online

Uma das grandes vantagens do mundo virtual é que tudo que acontece pode ser monitorado. Você sabia que todo o tráfego e comportamento dos clientes de um e-commerce pode ser monitorado e detalhado para que você possa analisar o que está ocorrendo no seu negócio e utilizar essas informações para a tomada de decisões futuras. Melhor, isso pode ser feito de graça com uma ferramenta chamada Google Analytics. Sem um monitoramento você estará navegando na escuridão, tendo como conselheiro o Eu Acho. Atividade no site, envio de e-mails, atuação nas redes sociais, tudo pode e deve ser monitorado.

8 – Invista em capacitação de pessoal

Como disse anteriormente, o comércio eletrônico é algo sério e não existe lugar para o amadorismo. É necessário investimento em capacitação tanto dos gestores de e-commerce quanto nos colaboradores que irão controlar o sitema. Faça no mínimo um curso de e-commerce e um curso de marketing digital para ter uma visão completa do mercado. O e-commerce está cada vez mais técnico e por isso precisa de profissionais que tenham conhecimento nas mais diversas áreas envolvidas no ambiente de negócios virtuais. O sucesso do seu empreendimento depende das técnicas utilizadas por quem gerencia e trabalha com ele.

9 – Estruture um com sistema de logística

Se for montar uma loja virtual ou vender algum tipo de produto não se esqueça de tomar todo o cuidado possível com a logística do negócio. Um dos erros mais comuns no comércio eletrônico é justamente problemas com a entrega dos produtos vendidos. A maioria das reclamações sobre compras realizadas em lojas virtuais são justamente em relação a falhas no prazo de entrega. Esteja certo de ter uma estrutura que possa garantir que os produtos vendidos em seu site serão entregues dentro do prazo estipulado em sua política de entregas.

10 – Mantenha-se atualizado

O comércio eletrônico é muito dinâmico e está em constante evolução. Em nossos cursos sobre e-commerce, costumo dizer que nenhuma loja virtual está terminada, elas estão no máximo prontas para operar. Por isso, mantenha-se atualizado com as novas tendências e tecnologias. Assine feeds de notícias e newsletters de sites especializados no assunto, compre revistas especializadas e acompanhe as discussões em redes sociais.

É claro que em um único artigos não podemos abordar todos os aspectos da criação de um comércio eletrônico, mas os dez que enumerei acima já são um ótimo começo para quem deseja montar um e-commerce. Para se aprofundar nos assuntos que falamos, navegue por nosso blog ou visite a página de cursos em nosso site.

Alberto Valle, consultor e instrutor do Curso de E-Commerce


Minha Fonte:http://www.cursodeecommerce.com.br/blog/como-montar-um-ecommerce/

Falta de preparo leva lojas virtuais ao fracasso

A falta de planejamento é o principal obstáculo para o sucesso no e-commerceO empresário brasileiro ainda não está acostumado a planejar. E isso no mundo virtual tem se revelado um erro crucial, especialmente para as micro e pequenas empresas. Dados de entidades que acompanham o setor revelam que cerca de 60% das lojas abertas na internet não duram mais do que 12 meses.

Isso acontece, principalmente, porque os microempresários lançam as suas operações virtuais sem conhecer as peculiaridades desse segmento e sem uma estratégia que atenda às expectativas desse perfil de cliente. “É um padrão de comportamento similar ao do mundo real. As empresas de menor porte entram despreparadas no mercado eletrônico e acabam sucumbindo”, lamenta Pedro Guasti, diretor-geral da e-bit, empresa de informações de comércio eletrônico.

Estima-se que existam pelo menos 60 mil micro e pequenas no e-commerce brasileiro, sendo 5 mil formalmente estabelecidas. Elas faturam R$ 2 bilhões, do total de R$ 10,8 bilhões movimentados no ano passado. A briga é contra gigantes. Há uma concentração dos grandes grupos no País na web, com 50 empresas abocanhando 90% do faturamento geral.

“Quando abre uma loja no seu bairro, o empresário pelo menos tem alguma noção do que as pessoas esperam. Já na internet é tudo maior e qualquer estratégia errada de preço ou posicionamento pode ser fatal”, observa o diretor-executivo da Câmara e-net, Gerson Rolim.

Além disso, dependendo do perfil da operação convencional que possui, o microempresário não está acostumado a se preocupar com questões como marketing, logística confiável e formas de pagamento, estratégias que não podem faltar no mundo online. Se uma loja virtual não oferece, por exemplo, a opção de pagamento através do cartão de crédito, perde praticamente 80% dos consumidores, já que esta é a modalidade mais usada pelos usuários.

Antes de começar uma operação online, é preciso montar um plano de negócios. A partir desse estudo, o gestor vai investigar e entender previamente o mercado no qual vai atuar, onde encontrará o seu público, o produto que irá vender e os investimentos necessários. “Comércio eletrônico não é videogame. É uma iniciativa empresarial que exige investimentos e muita atenção”, alerta oconsultor em e-commerce do Curso de E-Commerce, Alberto Valle, acrescentando que uma loja virtual não se vende e não se administra sozinha.

Uma loja virtual de pequeno porte pode ser montada com investimentos a partir de R$ 10 mil, o que atende às necessidades iniciais de tecnologia, com a escolha de uma plataforma para a venda de produtos e ações iniciais de divulgação.

Já quando o assunto é o posicionamento de mercado, uma dica é tentar fugir dos nichos atendidos pelos gigantes do e-commerce brasileiro, como Submarino, Lojas Americanas e Casas Bahia. Segundo Alberto Valle, “É importante escolher um nicho. Se a idéia é vender livros, então se especialize em livros esotéricos ou de fotografia”, exemplifica. Isso é importante porque as lojas de menor porte não conseguem competir com as grandes no frete oferecido.

Principais erros cometidos

1 – Falta de planejamento: Muitos empreendedores subestimam a complexidade do comércio eletrônico. Isso se reflete em um aumento de custos operacionais com redução de margens de lucro e consequente perda de competitividade.

2 – Falta de foco: É muito comum abrir uma loja virtual para vender de tudo. Isso não funciona para o pequeno e médio empresário. A tendência do mercado virtual é cada vez mais se concentrar em nichos de mercado e conseguir excelência nesses segmentos. A competição com as grandes redes é inviável.

3 – Improviso na modelagem do negócio: Ótimos projetos de e-commerce podem fracassar em função da escolha errada da plataforma. Outro erro é optar por uma solução improvisada de serviço de otimização para ferramentas de busca.

4 – Mão de obra não qualificada: Gerenciar uma loja virtual requer mais que conhecimento sobre navegação na internet. O gerenciamento e a manutenção de uma loja virtual exigem conhecimento em diversas áreas como marketing digital, otimização para ferramentas de busca e monitoramento de tráfego.

5 – Divulgação ineficiente: Boa colocação em ferramentas de busca, anúncios em sites de comparação de preços e presença atuante nas redes sociais são hoje em dia instrumentos decisivos para o sucesso de um negócio virtual.

6 – Fraudes nos pagamentos online: Uma boa estrutura nas formas de pagamento online, principalmente no caso de cartões de crédito, é indispensável para qualquer lojista virtual.

7 – Falta de monitoramento: Toda loja virtual precisa ter seus dados constantemente monitorados para que a administração possa saber o que realmente está acontecendo no negócio.

Fonte: Jornal do Comércio de Porto Alegre


Minha Fonte: http://www.cursodeecommerce.com.br/blog/falta-de-preparo-leva-lojas-virtuais-ao-fracasso/