terça-feira, 15 de março de 2011

SEO no E-Commerce – Otimização para lojas virtuais

SEO em lojas virtuais. Como fazer o SEO em um e-commerce e aumentar a exposição do comércio eletrônico nas ferramentas de buscaA tarefa de realizar SEO em uma loja virtual não é das mais fáceis mas certamente é uma das mais importantes para a divulgação de um e-commerce. Digo que não é nada fácil em função da própria estrutura das plataformas de e-commerce e também da elevada competição neste setor. Mesmo assim, com planejamento e muita técnica é possível conseguir uma ótima colocação nas ferramentas de busca se o processo de otimização para ferramentas de busca for feito de maneira contínua e profissional.

O que é SEO?

SEO é a sigla para Search Engine Optimization, um processo que através de uma série de técnicas busca conseguir as melhores colocações possíveis na busca orgânica das páginas de resposta dos grande buscadores como o Google, Yahoo e Bing. Está comprovado que o melhor tráfego para um site vem dos acessos vindos da busca orgânica dos buscadores e por isso, ter sua loja listada nessa parte é essencial para uma boa taxa de conversão de vendas.

O que uma loja precisa para um bom SEO?

Em primeiro lugar eu diria que uma estrutura de programação adequada é fundamental para o sucesso do SEO no e-commerce. Muitas plataformas de e-commerce não possuem a estrutura necessária para um processo de otimização eficiente. É comum vermos plataformas que simplesmente não poderiam ser indexadas pelo Google, por exemplo, por conterem problemas sérios de programação, que impedem o trabalho de otimização. Meu conselho é antes de adquirir o sistema, se informas se ele tem a estrutura tecnicamente adequada para uma boa exposição nosbuscadores.

Em segundo lugar, o cadastramento dos produtos deve ser feito de forma profissional e sistematizada. Existem uma série de técnicas de SEO que quando aplicadas às descrições dos produtos e outros itens da página de detalhes das lojas virtuais que quando aplicadas, garantem a indexação em boas posições. É comum, principalmente entre os pequenos empresários, simplesmente "colar" a descrição do site do fabricante na página de detalhes da loja virtual e pronto, está publicado o produto. Esse procedimento, na maioria das vezes, leva a uma péssima indexação por não estarem presentes critérios de SEO que possibilitem atingir uma posição de destaque naspáginas de respostas dos buscadores.

Mantendo-se atualizado nos buscadores

Um grande erro que os empresários que estão ingressando no varejo virtual acabam cometendo é o de achar que SEO não precisa de manutenção. As posições que você conquista nas páginas de resposta, não são suas, elas estão suas. A competição nessa área é muito grande e portanto, se não houver um trabalho de manutenção e monitoramento elas podem ser perdidas, e acredite, é muito mais fácil cair do que subir no ranking. Por isso, é necessário que seu trabalho de SEO seja continuamente aprimorado, de preferência pelo pessoal que faz a administração da loja virtual, justamente para mudanças em termos de tendências e gosto do público possam ser rapidamente incorporadas a estratégia de otimização.

Capacitação da equipe

As técnicas de SEO, como tudo na Internet estão em constante mutação e por isso, se você usa uma solução interna para o SEO da sua loja virtual, é importante estar sempre atualizando o conhecimento da sua equipe para que ela possa incorporar de forma rápida os aperfeiçoamentos e novos procedimentos dessas técnicas.

Alberto Valle, consultor e instrutor da equipe do Curso de E-Commerce

Minha Fonte: http://www.cursodeecommerce.com.br/blog/seo-em-lojas-virtuais/

Novos modelos de negócios aquecem o varejo eletrônico

Novos modelos de negócios agitam o comércio eletrônicoUma nova era de comércio eletrônico (e-commerce) já pode ser comemorada, com crescimento acima do esperado pelas lojas virtuais, que seguem a tendência de ousar com novos modelos de negócios.

O Amazon.com, o maior site de e-commerce do mundo, com faturamento de US$ 24,5 bilhões em 2009, segundo dados do Internet Retailer, faz escola porque aposta em atendimento para manter a primeira colocação no ranking mundial. De carona nessa “aba”, tanto as maiores redes de varejo como micro e pequenos empresários do segmento miram em fazer crescer o número de e-consumidores, hoje menos de 18 milhões no Brasil, e alcançar receita em patamares mais elevados.

O Walmart.com, por exemplo, recentemente anunciou a promoção do diretor de operações nos EUA, Eduardo Castro-Wright, para o comando da Global.com, o braço mundial de comércio on-line da empresa, com a missão de estabelecer uma grande operação de comércio eletrônico e multicanal, aproveitando os recursos globais da empresa. Caso tenha como meta de crescimento desbancar a Amazon, a tarefa será árdua, já que o Walmart gerou US$ 3,5 bilhões em vendas on-line no ano passado, o que coloca o site como a sexta maior loja virtual do mundo, segundo o índice Internet Retailer Top 500.

Modelo de negócio importado

Mas nem só as grandes e conhecidas lojas virtuais fazem tendência. Empresários brasileiros têm buscado fora do País modelos inusitados de negócios, oferecendo diferentes produtos e serviços. Guilherme Pizzini, diretor comercial do site www.olhonoclick.com.br, trouxe há menos de dois anos um formato de negócio que até 2008 ainda não existia no Brasil: leilão virtual de produtos novos, principalmente eletrônicos, onde o cliente compra créditos para os lances, que começam sempre pelo inicial, de 1 centavo de real. Pensando no crescimento do setor, Pizzini, não buscou só o diferencial, mas expertise, e desde o início do site no ar, firmou parceria com o MagazineLuiza.com. Com mais de 330 mil clientes cadastrados, o site passou do faturamento de R$ 2 milhões no ano passado, para R$ 5 milhões este ano, alcançado só neste primeiro semestre.

Com um “produto” diferenciado no mercado, há cerca de cinco anos, quando o sitewww.omelhordavida.com.br entrou no ar oferecendo mais de 2.500 experiências inusitadas aos consumidores, Jorge Nahas, diretor-geral do site, sabia que não seria fácil vender voo de balão ou de helicóptero como passeio alternativo, mas arriscou. E deu certo. Neste último semestre, a empresa já cresceu 45%, comparado aos 30% de 2009. “As pessoas querem emoções que as tirem da realidade. Acertamos no nicho e somos referência no mercado, também pela audácia de investimento”, disse Nahas. O setor, apontado como um dos mais promissores, com projeção de faturar este ano mais de R$ 13,9 bilhões, segue aquecido também por conta de datas comemorativas, como o Dia dos Pais, que, segundo o e-bit, deve movimentar R$ 590 milhões da economia brasileira só pelo comércio eletrônico. Isso representa um fluxo de 35% a 40% maior, comparado ao mesmo período em 2009, quando a data gerou R$ 437 milhões.

Fonte: DCI


minha Fonte:http://www.cursodeecommerce.com.br/blog/modelos-de-negocios-ecommerce/

Engajando clientes em seu e-commerce

Engajando clientes em seu e-commerceUm dos fatores de maior influência nas nossas compras são as opiniões de amigos e família. Da mesma forma, a grande maioria dos e-consumidores confia no que outros clientes disseram sobre os produtos que lhes interessam mais do que nas descrições que encontram. A razão é muito simples: confiamos mais em quem está “do nosso lado”, mesmo que a gente não conheça o ser humano pessoalmente. É por isso que manter áreas próprias para votação e comentários na sua página de produtos é tão importante.

Esta atitude foi descrita como o Efeito Amazon, por Joshua Porter em seu livro Designing for the Social Web. Durante seus testes ele percebeu que as pessoas sempre começaram suas compras no site. A principal razão? Eles sabiam que naquele site encontrariam informação fidedigna de consumidores como eles. Eles queriam a verdade e não uma visão idealizada do produto recheada dos clichês de marketing. Vamos aos principais pontos:

Permita comentários sobre os produtos

Permita não só comentários, mas também avaliação visual. Sim, as estrelinhas chamam a atenção para comentários e histórias pessoais de quem experimentou o produto. O resultado é confiança. A experiência lá nos Estados Unidos mostra: as vendas sempre aumentam quando se mostram resenhas e avaliações dos clientes. E lembre: resenhas negativas também têm efeitos positivos. Só para começar: se não houver comentários negativos, todo mundo percebe que há algo de errado. As resenhas negativas também ajudam você, lojista, a melhorar o seu mix. Além disso, elas costumam chamar os fãs da marca ou do produto para a conversa – o que traz diversidade e mais resenhas.

Opinião de qualidade reduz o número de devoluções e permite que você escolha o que é mais popular. E ainda ajudam a renovar conteúdo. Detalhe importante: mantenha os comentários com identificação, data, hora; sempre do mais novo para o mais antigo. E os deixe sempre na mesma página – o internauta não se importa de rolar a tela, enquanto um clique a mais significa mais tempo esperando para ver o que deseja. Internautas detestam isso.

O conteúdo gerado pelo cliente tem um grande risco: a competição pode deixar resenhas falsas em seu site. Para evitar isso, basta moderar a seção e convidar os usuários a enviar relatórios sobre resenhas que consideram estranhas.

A moderação sempre é uma arma poderosa por isso pede responsabilidade. Se você não tomar cuidado, pode deletar comentários que são ótimos para o seu negócio. Não libere apenas aqueles que são claramente mentirosos, abusivos ou não têm informação útil. Libere os outros e, sempre que for o caso, comente também. Seja transparente e autêntico, mantenha a mente aberta. Nada neste mundo é perfeito. Receber um comentário negativo e responder de forma útil e informativa conquista consumidores e lhes dá alternativas para o que é do seu interesse.

Usabilidade

Construa formas fáceis para seus usuários comentarem no seu site. E lembre: isso não basta, é preciso usar técnicas de marketing online e offline para continuar movimentando. Pós-compra, cupons, incentivos, concursos, prêmios e campanhas de e-mail podem ser ótimos motivadores.

  • Permita que as pessoas avaliem em um clique. Vale usar as estrelinhas ou sinal de positivo/negativo. E mostre o resultado na mesma hora, senão você perdeu!
  • Indique o número de votos de cada avaliação e, se for possível, quantas pessoas votaram em cada opção…
  • Se o conteúdo é rei, mantenha a avaliação perto da descrição do produto e permita que os internautas selecionem produtos pela sua popularidade
  • Coloque um link para o formulário de comentários muito próximo da avaliação.
  • Convide o comprador a opinar sobre o produto por e-mail. Lembre que o timming, aqui, é fundamental. Afinal, a opinião sobre um eletrônico sai mais rápido do que sobre um livro…
  • Faça um formulário simples de preencher, com as informações relevantes (inclusive para você) sobre o usuário.
  • O formulário também pode ter uma gama pré-definida de prós e contras para o usuário listar
  • Permita que o comentarista possa visualizar o resultado da opinião e revisá-lo antes de enviar
  • Mostre as resenhas de forma clara e fácil de visualizar para seus visitantes.
  • Crie uma página onde o perfil do cliente fica claro, com suas informações básicas e outros comentários que escreveu.
  • Permita que os visitantes digam se a opinião ajudou ou não – e comunique isso a quem a escreveu.

Fonte: Blog do PagSeguro


Fonte:http://www.cursodeecommerce.com.br/blog/engajando-clientem-ecommerce/


domingo, 13 de março de 2011

Recuperar Fotos Apagadas

Algo que sempre acontece ao menos uma vez navida de uma pessoa que tenha uma maquina digital é acidentalmente apagar as fotos daquela viagem que você provavelmente nunca mais irá fazer.

O desespero bate a angustia, a vontade de acertar com a cabeça na parede, vontade de se jogar do décimo quinto andar do prédio ao lado, mais ai você pensa, a Internet existe e é nela que eu vou achar a resposta para os meus problemas.

Recuperar fotos de maquinas digitais não tem nenhum mistério, sim existem alguns segredos, mais não mistérios.

A primeira coisa que você NÃO deve fazer quando por acidente excluir as fotos da maquina digital é tirar mais fotos, por quê?
Porque muitas vezes o espaço que existe no cartão de memória ou então na memória interna da maquina é reescrito, se ele for reescrito “bau-bau” você perdeu suas fotos, então ao notar que você perdeu suas fotos não retire mais fotos, a não se que queira perde-las.

Existem diversos programas para a recuperação de fotos e algumas vezes até de dados, como eu não excluo minhas fotos “sem querer” não testei muitos, alias só usei um, o que eu aconselho neste artigo.

Usei o Photo Recovery, um software para recuperar fotos bastante simples, não é necessário mais que alguns cliques para recuperar suas fotos e telas novamente.

Usei uma única vez, uma vez que fui viajar para a serra com meus pais e minha noiva, na época namorada, tiramos centenas de fotos, passei para o desktop, esqueci de fazer backup para o notebook, o desktop pifo e minhas fotos foram para o espaço, sim deu aquela sensação de querer arremessar a cabeça na parede mais antes disso tive a idéia de procurar uma solução na Internet, e foi ai que encontrei o Photo Recovery, um software de fácil utilização que pode recuperar as fotos deletadas de sua máquina digital.

Se você precisa do software baixe neste link.

Tutorial Para Usar o Photo Recovery

Fonte: http://pix.mbzhost.com/2008/03/17/recuperar-fotos-apagadas/

Como recuperar fotos apagadas e ou perdidas

Perder fotos, apagar fotos, deletar fotos, fotos sem backup, cartão com fotos com problemas… É um risco que todo mundo que tem fotografias está sujeito e muitas vezes não dá tempo nem de se proteger, poisperdemos as fotos antes mesmo de fazer uma copia de segurança ou, os mais imprudentes, nem mesmo as têm.

Sei que o que vou falar aqui não salvará a todos, mas, sem dúvida, ajudará muitos. Vou explicar uma forma simples de como recuperar fotos apagadas. Quem já passou por essa situação sabe o quanto pode ser doloroso. Imagine depois daquela formatura, casamento, aniversario, sessão de fotos… Enfim, aquele momento único que você registrou na sua câmera e que por descuido, mau uso ou problemas técnicos sumiram. O processo para restaurar fotos deletadas abaixo será baseado no programa Restoration e no Freeundelete que são programas gratuitos.

[1] Perdi as fotos, e agora?

Primeira coisa a ser feita é isolar o cartão de memória. Não utilize mais ele, pois, normalmente, quando um arquivo é apagado de uma mídia digital ele não é fisicamente excluído. Apenas a referencia dele que é apagada as informações referentes aos arquivos continuam lá até que outro arquivo seja gravado em cima, ou seja, com um pouco de sorte e o programa correto poderemos recupera-lo. Por isso, depois que você confirmou a perda das fotos que estavam no cartão de memória, deixe-o parado.

[2] Baixe o Restoration ou o Freeundelete:

Baixe o Restoration ou o Freeundelete e salve em qualquer local do seu computador.

[3] execute o programa e selecione a unidade

Os programas não precisam ser instalados é só executar e selecionar a unidade que representa a sua maquina fotográfica (para usar esse programa, quando você conecta a maquina ao computador ela precisa ser reconhecida como uma unidade de disco, caso contrario, você precisará comprar um leitor de cartão), coloquei um leitor de cartão e ele foi reconhecido como F:

[4] Facilitando a procura

Coloque no campo “all or part of the file” no Restoration o inicio do nome da foto. No meu caso, todos os arquivos da minha maquina são salvos com o sufixo “DSC”. Coloque apenas as duas ultimas legras desse sufixo (de acordo com a sua maquina), senão o software trará um monte de lixo.

[5] Depois disso selecione as fotos que você quer restaurar.

No painel será exibido todas as fotos que foram encontradas no seu cartão de memória, agora você precisa clicar em cima de cada foto que deseja recuperar e clicar em “restore by copying” no Restoration ou em Undelete Freeundeletee apontar onde deseja salvar as imagens restauradas.

Fonte: http://www.fotografarvenderviajar.com/dicas/como-recuperar-fotos-apagadas-e-ou-perdidas

Como recuperar fotos apagadas da câmera digital

Se você é daqueles que sai apagando fotos da sua câmera digital para só depois perceber que não havia copiado as imagens para o computador ainda, fique calmo, pois há uma solução grátis e super fácil para recuperar as fotos que você apagou acidentalmente (ou nem tanto) de sua câmera digital.

smart_recovery

Com o programa PC Inspetor Mart Recovery você poderá recuperar todas as fotos que apagou de sua câmera digital num piscar de olhos. O programa possui uma interface bem simples de operar onde, através de alguns simples passos você poderá recuperar todos os arquivos apagados de sua câmera.

O primeiro passo é fazer do download do aplicativo e instala-lo em seu computador. Depois de instalado, abra o programa e note que a interface é bem descomplicada, basta seguir 3 passos simples para que o programa faça uma varredura no seu cartão de memória ou diretamente na memória da câmera digital à procura de arquivos deletados.

1 – Selecionar o Drive

O primeiro passo é bastante simples, basta selecionar o drive criado pela sua câmera digital em seucomputador.

2 – Selecionar o formato dos arquivos

Nesse passo você deverá informar o formato do arquivo que deseja recuperar. Abrindo a caixa de seleção é possível notar vários formatos suportados pelo programa. Caso você não tenha certeza do tipo de arquivo que a sua câmera digital salva, selecione a opção JPG, que é o tipo mais comum de arquivo. Note que também é possível recuperar vídeos e arquivos de som, o que torna o programa mais útil ainda.

3 – Selecionar o destino

Após especificar o drive de origem e o tipo de arquivo, agora chegou a hora de selecionar o destino dos arquivos recuperados. Basta clicar no ícone da pastinha que aparece e selecionar a pasta que receberá as imagens recuperadas de sua câmera digital.

Após completar todos esses passos, basta clicar no botão “Start” para que o programa inicie uma varredura na memória da sua câmera digital ou no seu cartão de memória à procura de arquivos deletados.

Para quem não sabe, quando damos o comando para apagar um arquivo acidentalmente da câmera digital ou de qualquer lugar, afim de agilizar o processo, esse arquivo não é totalmente apagado. Apenas é marcado como “0” (zero) para que, dessa forma, seja economizado o tempo de acesso ao dispositivo onde o arquivo se encontra. Partindo desse princípio, o que o programa faz é localizar esses arquivos marcados como zero e recupera-los parte à parte. Na maioria das vezes conseguimos recuperar os arquivos sem qualquer problema, porém, caso a câmera digital tenha sido utilizada e, dependendo do número de fotos tiradas nela, a recuperação pode não ter um bom resultado. Isso acontece porque quando a câmera vai salvar um nova foto, o dispositivo é programado para salvar esse arquivo no primeiro espaço vago que ele encontrar e, dependendo do caso, o primeiro local vago pela frente é justamente o daquela foto que você acabou de apagar acidentalmente.

Dica: Se você quiser ter um maior sucesso na recuperação dos arquivos, ao perceber que apagou acidentalmente alguma foto de sua câmera digital, evite utilizar o cartão de memória ou, caso a imagem esteja armazenada na memória interna da câmera, utilizar a câmera até você conseguir utilizar o programa de recuperação de fotos. Assim as suas chances de recuperar todas as fotos apagadas será bem maior.

Link: PC Inspetor Mart Recovery

Fonte: http://www.infodicas.com.br/dicas_tuto/como-recuperar-fotos-apagadas-da-cmera-digital

segunda-feira, 7 de março de 2011

Pequenas empresas comemoram bons resultados do comércio eletrônico

Pesquisa da Fecomercio e e-bit mostra que faturamento de R$ 7,8 bilhões no Brasil de janeiro a julho superou o total de vendas dos shoppings centers da Grande São Paulo

Agência Sebrae
As pequenas empresas que apostaram no comércio eletrônico como plataforma de vendas não têm do que se queixar este ano. “O primeiro semestre foi excepcional”, diz a empresária Juliana Messenberg, sócia do site de descontos Superexclusivo (www.superexclusivo.com.br), que comercializa produtos de outras lojas.

Há dois anos e meio no mercado, Juliana diz que não se lembra de já ter vendido tanto. A empresa tem 570 mil clientes cadastrados e cresce 40% ao mês. “Neste primeiro semestre, tivemos uma explosão de vendas em relação a 2009. Crescemos 430%”, diz Tiago Santos, outro sócio da empresa.

O crescimento da Giuliana Flores, uma loja virtual de venda de flores pela internet, também é representativo. Só neste primeiro semestre, as vendas cresceram 52% em relação ao mesmo período do ano anterior. A empresa tem 20 anos de mercado e está há 10 na internet.

Pesquisa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio), em parceria com a empresa e-bit, divulgada na segunda-feira (27), mostra que o comércio eletrônico faturou R$ 7,8 bilhões no Brasil de janeiro a julho deste ano, um crescimento de 41,2% em comparação ao mesmo período do ano passado. Esse faturamento superou o total de vendas dos shoppings centers da Grande São Paulo, estimado em R$ 7,2 bilhões no período.

“As pessoas aprenderam a comprar pela internet. Estão mais seguras e também conhecem melhor a rede mundial. Além disso, o comércio eletrônico segue normas mais rígidas do que o comércio real. Se o produto não serviu ou se a pessoa não gostou do que comprou, pode devolver e ter o dinheiro de volta. Na loja de rua ou no shopping, no máximo o consumidor vai conseguir trocar por outro artigo”, diz a empresária Juliana Messenberg.

Para Juliano Souza, gerente de marketing da Giuliana Flores, ainda há espaço para crescer na internet. “O cliente do comércio eletrônico evoluiu e busca cada vez mais novidades. O cliente de hoje é completamente diferente daquele de 10 anos atrás.”

Além da loja virtual, a empresa possui três lojas de rua na região do ABC paulista. “O faturamento das três juntas é 10% do faturamento total da empresa. A nossa grande virada foi apostar no comércio eletrônico.” A empresa investe agora especialmente nas redes sociais (Facebook, Twitter, You Tube, Orkut). Hoje, apenas no Twitter são mais de 5.000 seguidores.

Força futura

O e-commerce movimentou R$ 1,25 bilhão, de janeiro a julho de 2010, na região metropolitana de São Paulo, alta de 29,3% ante igual período de 2009. Em julho, o segmento correspondeu a 2,3% do total das vendas na Grande São Paulo. “Estima-se que o comércio eletrônico cresça na ordem de 30% ao ano e, se isso continuar, nos próximos dois anos as vendas desse segmento tendem a superar as de lojas de departamentos e de móveis e decoração. O comércio eletrônico deixará de ser, no futuro, a nona força do varejo paulista para ficar em sétimo lugar”, projeta o economista Antonio Carlos Borges, superintendente da Fecomercio.

As estimativas da e-bit indicam que o comércio eletrônico deve fechar 2010 com um faturamento de R$ 14,3 bilhões, uma expansão de 35% em relação ao ano anterior.

Para se ter uma idéia, segundo o e-bit, o valor apurado pelo comércio eletrônico no semestre é 10% superior a o orçamento do Programa Bolsa Família em 2010; é maior que a soma dos orçamentos anuais de cinco ministérios (Comunicações, Cultura, Meio Ambiente, Esportes e Turismo); corresponde à venda 350 mil veículos; equivale ao valor gasto, anualmente, por todas as famílias brasileiras com roupa feminina; e é maior do que a despesa total das famílias do País com gás doméstico.